A prestação média do total dos contratos fixou-se em 399 euros, dois euros acima do mês anterior, valor idêntico ao registado em janeiro de 2025.
Os juros que as famílias pagam pelo empréstimo da casa estão a cair há dois anos consecutivos. No arranque do ano, a taxa implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu para 3,111%, de acordo com dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).
O valor registado em janeiro representa uma descida de 1,9 pontos-base face a dezembro de 2025 e leva a taxa média para o nível mais baixo desde abril de 2023. Em comparação com o máximo atingido em janeiro de 2024 (de 4,657%), a quebra acumulada soma já 154,6 pontos-base.
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 2,850% em dezembro de 2025, para 2,847% em janeiro de 2026. Neste caso, verifica-se uma diminuição acumulada de 153,3 pontos-base desde o máximo atingido em outubro de 2023.
A prestação média do total dos contratos fixou-se em 399 euros, dois euros acima do mês anterior, valor idêntico ao registado em janeiro de 2025. Já nos mais recentes, celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação aumentou um euro, para 676 euros verificando-se uma subida de 12,5% em termos homólogos.
No último mês, a parcela relativa a juros representou 48,9% da prestação média e o capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 724 euros, atingindo 75.994 euros.