Livre insiste na devolução do IVA de bens essenciais. Montenegro destaca “problemas de aplicação”

Inês Simões Gonçalves | 15 de Abril de 2026 às 18:35
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Debate Quinzenal na Assembleia da República

Isabel Mendes Lopes defendeu que “as empresas não devem lucrar com o sofrimento das pessoas e à custa do garrote que está a ser imposto com o aumento do custo de vida” e pediu mais medidas ao Governo.

O Livre insistiu esta quarta-feira na devolução do IVA de bens essenciais para combater o aumento dos preços. Alertou ainda para os lucros extraordinários das grandes empresas, com valores que rondam “os 32 milhões por hora”. Para a porta-voz do partido, a disponibilidade do Governo para taxar lucros extraordinários do setor energético não é suficiente. 

Isabel Mendes Lopes defendeu que “as empresas não devem lucrar com o sofrimento das pessoas e à custa do garrote que está a ser imposto com o aumento do custo de vida” e pediu mais medidas ao Governo. 

“É imoral as empresas lucrarem com a guerra”, acrescentou. 

Por sua vez, o primeiro-ministro defendeu que a devolução do imposto tem “problemas de aplicação, de justiça relativa e de combate ao abuso” 

Recordou ainda que “uma das primeiras coisas tomadas foi colocar os serviços de fiscalização a fazer verificar se havia algum abuso especulativo na formação do preço”.