Saúde
Nos últimos meses, Ana Paula Martins tem sido alvo de diversas criticas devido ao atual momento de fragilidade no Serviço Nacional de Saúde.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) anunicou, num relatório preliminar, que o Ministério da Saúde não avisou o INEM antecipadamente sobre as greves que decorreram em outubro e novembro do ano passado. Deste modo, não foi possível preparar os serviços mínimos.
A Ministra da Saúde admitiu esta quinta-feira que é necessário rever os procedimentos, mas apontou o dedo ao Governo anterior, que deixou o setor da saúde com "falta de recursos humanos".
Ainda assim, Ana Paula Martins não vê uma relação entre a greve do INEM e as 11 mortes que ocorreram no mesmo período.
Neste sentido, o Partido Socialista, o Chega, a Iniciativa Liberal, o Bloco de Esquerda e o PAN garantem que a ministra não apresenta condições para continuar no executivo.
À margem dos pedidos de demissão, o Livre e o PCP admitem que não querem a saída da dirigente, mas exigem explicações do Governo.
Já o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que vai comentar o assunto assim que ler o relatório da IGAS.
Nos últimos meses, Ana Paula Martins tem sido alvo de diversas criticas devido ao atual momento de fragilidade no Serviço Nacional de Saúde.