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Mário Machado considerou que o Chega «era um bom veículo para transmitir os seus ideais»

| 22 de Janeiro de 2026 às 18:30
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«A verdade é que o partido Chega também comunga de muitos dos ideais que esta extrema-direita perfila e manifesta e que divulga nas redes sociais», disse o jornalista Sérgio A. Vitorino, no NOW, na sequência de uma notícia do Correio da Manhã que revela que militantes do partido de André Ventura estiveram envolvidos no grupo de extrema-direita 1143. Sobre este movimento, liderado por Mário Machado, André Inácio, vice-presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), explica ainda como este tipo de organizações criminais são também lideradas a partir de estabelecimentos prisionais em outras partes do mundo. «Isto acontece como acontece em todas as estruturas que estejam minimamente organizadas relacionadas com o crime. As maiores estruturas de crime organizado que há na África do Sul e no Brasil têm os seus cabecilhas a enviar orientações para o exterior a partir dos estabelecimentos prisionais. Portanto, isto não é um fenómeno português. Serve é para demonstrar, de facto, o peso dele [Mário Machado] enquanto líder», disse.