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Lisboa

A paralisação sem os serviços mínimos afetou os utentes e muitos tiveram de optar por outros meios de transporte.

Começaram a formar-se longas filas junto às paragens da Carris. Em Sete Rios alguns passageiros foram apanhados de surpresa. Horas de espera e autocarros sobrelotados: estes foram alguns dos impactos. 

A greve do metro levou ao encerramento de todas as linhas em Lisboa e os passageiros viram-se obrigados a procurar outras alternativas. Para muitos, táxi e Uber não é solução devido aos elevados custos e temem sofrer consequências no trabalho. 

Sem os serviços mínimos decretados, a decisão do tribunal arbitral determinou apenas a prestação de serviços necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações.  

Os trabalhadores justificam a greve de 24 horas com o incumprimento de acordos relativos ao nível de formação e organização do trabalho e não com salários.  

Para quem utiliza metro diariamente a preocupação mantém-se. No dia 14 de abril há nova greve que volta a colocar pressão sobre a Carris e os passageiros.