Miguel Arruda
Os furtos terão acontecido entre outubro de 2024 e janeiro de 2025.
Segundo a acusação do Ministério Público, a mulher de Miguel Arruda foi também acusada de um crime de receptação por ter usado roupa e outros bens furtados plo marido.
Miguel Arruda terá alegadamente furtado várias malas no aeroporto de Lisboa entre outubro de 2024 e janeiro de 2025.
Foi acusado pelo Ministério Público de 21 crimes de furto de qualificado, sendo que 20 são na forma consumada e um na forma tentada.
Para o Ministério Público não restam dúvidas de que Miguel Arruda terá aproveitado o facto de viajar semanalmente entre Ponta Delgada e Lisboa para desviar, em pelo menos oito dias, mais de uma dezena de malas de outras pessoas dos tapetes de recolha de bagagem do seu e de outros voos.
A 21 de janeiro de 2025 foi interceptado pla PSP e já não conseguiu, como era habitual, abandonar o aeroporto de uber até casa ou ao parlamento.
O valor das malas de viagem de que se terá apropriado não foi, na maioria dos casos, apurado, mas só em duas delas havia roupa, calçado e bolsas de marcas de luxo avaliadas em quase 12 mil euros.
De acordo com a acusação do Ministério Público alguns dos artigos foram colocados à venda numa plataforma de digital.
Na Assembleia da Republica foram apreendidas pla PSP seis malas de viagem e uma mochila, e em casa do ex deputado do Chega foram ainda encontrados quase 30 artigos pertencentes a desconhecidos, incluindo um computador.
Miguel Arruda e a mulher estão em liberdade, sujeitos a termos de identidade e residência.