MAI negocia com GNR e PSP
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César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), afirmou que o ministro garantiu que a questão seria resolvida até ao final do ano, com o objetivo de valorizar os profissionais.
César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), afirmou que o ministro garantiu que a questão seria resolvida até ao final do ano, com o objetivo de valorizar os profissionais. "Acreditamos na palavra do senhor ministro", disse, ressalvando que, caso tal não aconteça, a associação irá "partir para formas de luta".
No centro das reivindicações está uma anomalia que afeta as carreiras: há guardas que, ao serem promovidos, ficam a auferir o mesmo salário e ainda são deslocados para centenas de quilómetros. "Deixa de ser uma promoção e passa a ser uma penalização", criticou César Nogueira.
A APG/GNR defende um mínimo de quatro níveis remuneratórios de diferença entre categorias e a garantia de progressão horizontal — um direito consagrado no estatuto profissional que, segundo o responsável, está a ser sistematicamente negado. "O nosso estatuto profissional diz que os profissionais têm o direito à progressão (...) e esse direito está-lhes a ser cortado", afirmou.
Na semana passada, Luís Neves tinha anunciado que as reuniões incidiriam sobre as condições de trabalho e remuneratórias das forças de segurança.