Ministros do Governo de Montenegro têm património conjunto avaliado em quase 21 milhões de euros

Raquel Frederico | 16 de Novembro de 2025 às 13:08
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Ministros do Governo de Montenegro têm património conjunto avaliado em quase 21 milhões de euros

Os membros do executivo acumulam cera de nove milhões de euros em imóveis, mais de oito milhões em aplicações financeiras e 38 mil euros em obras de arte.

Os ministros do Governo de Luís Montenegro têm um património conjunto avaliado em quase 21 milhões de euros. As ministras do Trabalho, da Justiça e do Ambiente são os membros do executivo mais ricos.  

20 milhões e 900 mil euros — é o valor do património dos 17 membros do executivo de Luís Montenegro. As declarações de rendimentos, entregues depois de iniciarem funções em junho, permitem apurar o valor de património individual de cada ministro.  

No topo da lista está Maria do Rosário Palma Ramalho. A ministra do Trabalho acumula uma riqueza que ultrapassa os cinco milhões de euros em património imobiliário e financeiro. Possui 14 imóveis e conta com um património imobiliário avaliado em mais de dois milhões de euros. 

Segue-se Rita Alarcão Júdice, ministra da Justiça, com uma riqueza de quase 4,5 milhões de euros. A ministra da tutela conta com participações em dez empresas distintas. 

No topo dos três membros do Governo com mais património fica Maria da Graça Carvalho. A ministra do Ambiente e Energia tem um património de um milhão e 800 mil euros. 

O primeiro-ministro surge apenas em sétimo lugar. Luís Montenegro conta com um património avaliado em mais de um milhão e 320 mil euros. O primeiro-ministro possuí seis imóveis urbanos e 50 rústicos, que são classificados como parcelas de solo destinadas a atividades agrícolas, florestais ou pecuária. 

Nas declarações a que tivemos acesso, foram considerados os valores declarados em aplicações financeiras, bem como carteiras de títulos, depósitos a prazo e à ordem. 

Assim, os membros do executivo acumulam cera de nove milhões de euros em imóveis, mais de oito milhões em aplicações financeiras e 38 mil euros em obras de arte. 

Um dado curioso é que os ministros da Reforma do Estado, da Administração Interna e das Infraestruturas não apresentaram qualquer tipo de imóvel em seu nome.