Moção de censura: «Partidos vão ter de explicar porque é que criticam Luís Neves, mas não censuram executivo»

| 02 de Setembro de 2026 às 20:23
A carregar o vídeo ...

NOW

Adicione como fonte preferencial no Google

Joana Amaral Dias afirmou que «saiu o Natal a André Ventura», salientando que o líder do Chega aproveita a falta de respostas e a crise governativa para capitalizar politicamente, enquanto criticou a postura do primeiro-ministro Luís Montenegro em relação à ética e à transparência.

A psicóloga clínica Joana Amaral Dias e o advogado Pedro Proença estiveram no NOW esta quarta-feira para analisar o anúncio da moção de censura apresentada pelo Chega e a situação política em torno do ministro da Administração Interna, Luís Neves.  

Joana Amaral Dias afirmou que «saiu o Natal a André Ventura», salientando que o líder do Chega aproveita a falta de respostas e a crise governativa para capitalizar politicamente, enquanto criticou a postura do primeiro-ministro Luís Montenegro em relação à ética e à transparência.  

Por sua vez, Pedro Proença destacou que o debate parlamentar colocará pressão acrescida sobre o Governo e sobre a oposição, em particular o Partido Socialista, apontando que a insistência em manter Luís Neves no executivo representa uma aposta arriscada que cola a imagem de todo o PSD ao ministro.