Prédio sem elevador
A situação já foi reportada ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e ainda não obtiveram resposta.
Por detrás da beleza da paisagem da capital está a história dos moradores do Bairro Amarelo, no Monte da Caparica. Lídia Raimundo vive neste bairro há 34 anos, mora no sétimo andar de um prédio e desde janeiro que tem a vida completamente condicionada.
É um prédio com mais de 40 anos, que tem dois elevadores inoperacionais. Um deles está avariado há mais de uma década, o outro desde janeiro deste ano. As queixas acumulam-se entre os moradores.
O elevador que deixou de funcionar em janeiro está parado no sétimo piso, sem qualquer tipo de sinalização.
Os moradores contactaram o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana. A resposta dada foi de que iriam analisar a situação. No entanto, até agora nada foi feito.
Dentro do elevador, o único papel afixado é referente à inspeção periódica realizada em 2017, com validade até 2019.
A equipa de reportagem do NOW sabe que em junho deste ano terminou o último contrato de manutenção do elevador com a empresa TK Elevador.
Já quando o NOW contactou o Instituto Habitação e da Reabilitação Urbana, não foi obtida qualquer resposta.
Trata-se de uma situação que começou em janeiro e que tem vindo a condicionar o dia a dia de dezenas de moradores no Bairro Amarelo, na margem sul do Tejo.