Negociações
O encontro surgiu após várias semanas que ficaram marcadas por críticas de Donald Trump ao posicionamento do Presidente russo, Vladimir Putin, que mesmo perante ameaças norte-americanas diz que não vai ceder a pressões.
Ofensivas de ambos os lados e ataques todas as noites marcaram a última semana da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.
Apesar dos ataques constantes, as delegações ucraniana e russa voltam a sentar-se à mesa das negociações em Istambul, na Turquia, para traçar exigências.
O encontro durou cerca de 40 minutos e ficou acordado entre os dois países a troca de 1200 prisioneiros. A Rússia entregará também mais de 3000 corpos de militares ucranianos. Para o efeito, Moscovo pretende um cessar-fogo de 48 horas, mas é precisamente esta uma das questões em que as duas delegações discordaram.
Kiev exige não só a troca de todos os prisioneiros e reféns civis, como também uma garantia de segurança por parte da comunidade internacional.
O chefe da delegação ucraniana afirmou que a Ucrânia propôs uma reunião antes do final de agosto entre Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin. Perante esta proposta, a Rússia entende que se não foi para assinar um acordo, o encontro não faz sentido.
Esta ronda negocial tem um fator diferente das últimas duas.
É um encontro que surge após várias semanas que ficaram marcadas por críticas de Donald Trump ao posicionamento do Presidente russo, Vladimir Putin, que mesmo perante ameaças norte-americanas diz que não vai ceder a pressões.