No investidor privado do Negócios desta semana olhamos para as contas bancárias dos condomínios

Jornal de Negócios | 24 de Fevereiro de 2025 às 15:30
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Saiba mais sobre as diferentes ofertas das instituições e os custos associados.

Luz, água ou quotas contam-se entre as despesas e receitas mensais de um condomínio, que obrigam a pagamentos ou transferências bancárias frequentes. Não há condomínio que consiga passar sem uma conta bancária, mas na altura de escolher, as opções variam.

O Millenium BCP tem uma conta condomínio que se destina a servir de suporte “à gestão financeira e administração”, exigindo um mínimo de 500 euros na abertura da conta à ordem. O custo depende do valor médio trimestral do património financeiro, estando prevista a isenção para contas com valores superiores a seis mil euros.

O Novo Banco também tem uma oferta própria, com a comissão de manutenção da conta negócios condomínio a ter um custo mensal de nove euros e internet banking gratuito com operações do dia a dia isentas.

Mas, apesar de ser essencial ter uma conta bancária, não tem de ser específica para condomínios. Até porque a oferta é cada vez mais reduzida. O Santander e a Caixa Geral de Depósitos, por exemplo, deixaram de ter uma oferta dedicada aos condomínios e passaram a ter opções dentro da oferta para empresas.

Além dos custos, há outros fatores a ter em conta. O homebanking veio facilitar os pagamentos e a maior parte dos problemas ocorrem agora nas aberturas ou mudanças de contas. Os bancos justificam possíveis demoras com as exigências legais: a associação portuguesa de empresas de gestão e administração de condomínios diz que chegam a ser superiores a 60 dias.