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«O Estado beneficia com o aumento dos impostos indiretos causados pela inflação. Por outro lado, quando o Estado mais tarde quiser comprar bens e serviços, também terá de pagar mais caro», destaca o diretor do jornal Diário de Notícias, Filipe Alves, após o Fundo Monetário Internacional (FMI) ter revisto em baixa a previsão para o saldo orçamental de Portugal, de nulo (0,0%) no relatório de outubro de 2025 para um défice de 0,1%. FMI estima um défice de 0,1% este ano, que se agrava para 0,2% em 2027, 0,5% em 2028 e 0,9% em 2029.