A segunda volta das eleições presidenciais acontecem já este domingo. Mais de 11 milhões de eleitores foram chamados às urnas para escolher o novo Presidente da República. No entanto, há concelhos onde o voto só se realiza no próximo domingo devido ao mau tempo.
Faltam apurar 20 freguesias e 7 consulados
Faltam ainda apurar 20 freguesias de 3.259 e 7 consulados de 107.
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Presidenciais: Seguro e Ventura empatam em sete freguesias
António José Seguro e André Ventura empataram em sete freguesias na segunda volta das eleições presidenciais. Nas uniões de freguesias de Bárrio e Cepões (Ponte de Lima), Vila Seca e Santo Adrião (Armamar), Carreiras de São Miguel e Carreiras de Santiago (Vila Verde) e nas freguesias de Vale de Gouvinhas (Mirandela), Talhas (Macedo de Cavaleiros), Nave (Sabugal) e Baraçal (Celorico da Beira) os dois candidatos que passaram à segunda volta empataram em número de votos.
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Ventura com menos votos do que Montenegro em 2025 mas percentagem acima da AD
O líder do Chega conseguiu, na segunda volta das presidenciais, uma percentagem acima da obtida pela Aliança Democrática (AD) nas últimas legislativas, mas com menos votos do que a coligação encabeçada por Luís Montenegro em maio de 2025.
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André Ventura ganhou em dois concelhos e 137 freguesias
André Ventura ganhou em 137 freguesias e em dois municípios, Elvas e São Vicente, na segunda volta das eleições presidenciais de hoje, que deram a vitória a António José Seguro.
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Taxa de abstenção nos concelhos em calamidade entre 29,84% e 51,94%
A abstenção na segunda volta das eleições presidenciais nos 68 concelhos em situação de calamidade ficou entre os 29,84% e os 51,94%, com Nazaré a liderar a abstenção e Vila do Rei com a menor taxa.
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Seguro mais que duplica votação da primeira volta
António José Seguro mais do que duplicou a votação em relação à primeira volta das eleições presidenciais, segundo os dados oficiais provisórios hoje divulgados.
O candidato apoiado pelo PS ganhou com uma maioria de dois terços, contra André Ventura, conquistando os 18 distritos e duas regiões autónomas dos Açores da Madeira, venceu 303 concelhos e mais de 2.900 freguesias.
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André Ventura perdeu em Algueirão-Mem Martins, freguesia onde nasceu
André Ventura perdeu este domingo a segunda volta das eleições presidenciais na freguesia onde nasceu, Algueirão-Mem Martins, no concelho de Sintra, com 34,99%, o que corresponde a 10.555 votos.
Na primeira volta das presidenciais, a 18 de janeiro, o presidente do Chega também não foi o candidato mais votado em Algueirão-Mem Martins, tendo alcançado o segundo lugar com 25,58%.
Na freguesia onde André Ventura nasceu há 43 anos, António José Seguro conseguiu hoje 65,01%, o que representa 19.614 votos.
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Seguro é o candidato mais votado com 66,82%, com 3.239 freguesias apuradas
António José Seguro é o candidato mais votado com 66,82% na segunda volta das eleições presidenciais de hoje, à frente de André Ventura com 33,18%, segundo os resultados provisórios.
Quando estão apurados os resultados em 3.239 das 3.259 freguesias e 100 de 107 consulados, António José Seguro tem 3.482.481 votos, que corresponde a 66,82%, e André Ventura tem 1.729.381 votos (33,18%).
As 20 freguesias que falta apurar, em oito concelhos, são as que vão realizar eleições no próximo domingo, 15 de fevereiro, devido às consequências do mau tempo. Há ainda sete consulados por apurar.
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"Os vencedores desta noite são os portugueses e a democracia", diz o Presidente eleito António José Seguro
"Os vencedores desta noite são os portugueses e a democracia". Foi desta forma que António José Seguro se dirigiu ao País, no primeiro discurso enquanto Presidente da República-eleito. Nas Caldas da Rainha, o vencedor das Presidenciais sublinhou a part.cipação dos portugueses no ato eleitoral, afirmando que os eleitores "afirmaram a sua cidadania e deram voz aos valores em que acreditamos".
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Seguro vence em Santarém
António José Seguro venceu em Lisboa com 60,42% dos votos, local onde ainda faltam apurar nove freguesias, que irão votar no próximo domingo.
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Seguro vence em Lisboa
António José Seguro venceu em Lisboa com 70,50% dos votos, local onde ainda faltam apurar quatro freguesias, que irão votar no próximo domingo.
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“Não esquecerei e não vos abandonarei”
Primeira palavra de Seguro é para vítima das tempestades da última semana. “A solidariedade dos portugueses foi heroica, mas não pode substituir a responsabilidade do Estado”, insta o Presidente eleito esta noite. “Não aceitarei burocracias na chegada dos apoios” a quem perdeu casa ou local de trabalho.
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"A nossa área política não é a dele", diz Leonor Beleza a Ventura
A primeira vice-presidente do PSD reafirmou que a área política do seu partido não esteve representada na segunda volta das presidenciais e, sobre a pretensão de Ventura ser o "líder da direita", respondeu que "diz o que quiser".
"Ele diz o que quiser. A nossa área política não é a área política dele", afirmou a dirigente social-democrata Leonor Beleza.
Beleza reagiu este domiingo, em nome do PSD, à vitória de António José Seguro nas presidenciais, depois de ter sido a única dirigente nacional de topo dos sociais-democratas a manifestar apoio a um dos candidatos, precisamente ao antigo secretário-geral do PS, que teve como adversário na segunda volta André Ventura, presidente do Chega.
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"O sucesso de Seguro será o sucesso de todos": André Ventura reage à derrota
André Ventura, reagiu à derrota nas eleições presidenciais este domingo, dizendo que já felicitou António José Seguro e que lhe deseja um bom mandato. "Independentemente de termos sido adversários nesta segunda volta, o sucesso de Seguro será o sucesso de todos", disse o líder do Chega.
"É justo dizer que não tendo vencido estas eleições presidenciais, os portugueses nos colocaram no caminho para governar este país", afirmou o candidato derrotado, voltando a frisar que, no seu entender, a sua campanha teve "todos" contra si.
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Ventura superou votos do Chega nas legislativas de 2025
O presidente do Chega, André Ventura, derrotado este domingo na segunda volta das eleições presidenciais, superou em mais de 280 mil votos neste ato eleitoral a votação global obtida pelo seu partido nas legislativas de 2025.
Pelas 22:10, quando faltava apurar os resultados de 23 freguesias e oito consulados, André Ventura tinha acima de um milhão e 720 mil votos, cerca de 33,2% dos votos expressos, segundo dados provisórios da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.
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Seguro consegue bater recorde histórico de Mário Soares
António José Seguro ultrapassou os 3.459.521 votos conseguidos por Mário Soares nas eleições de 1991.
Soares venceu a reeleição com 70,35% dos votos, tendo vencido Basílio Horta (candidato apoiado pelo CDS), Carlos Carvalhas (apoiado pelo PCP) e Carlos Marques (que tinha o apoio da UDP).
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José Luís Carneiro pede cautela sobre leituras partidárias da vitória de Seguro
José Carneiro lembra que António José Seguro começou por avançar sozinho, louvando a sua coragem, e afirmou que o PS decidiu apoiar o candidato "no momento oportuno".
"Decidimos os dois [que] viria hoje para dar um abraço a um grande amigo", afirmou Carneiro, questionado sobre o porquê de não estado presente na vitória de Seguro na primeira volta.
"Ele é o Presidente de todos os portugueses e é para essa independência que o PS quer contribuir", refere o secretário-geral socialista.
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Votos em branco quase triplicam e nulos também aumentam
O número de votos em branco mais do que duplicaram na segunda volta das eleições presidenciais de hoje, com os votos nulos também a aumentar, segundo os dados provisórios às 21:30.
De acordo com os dados oficiais, foram contabilizados, até essa hora, 165.579 votos em branco (3,17%) e 92.562 votos nulos (1,77%), voltando a cumprir-se a tradição de existirem mais boletins de voto não expressos do que anulados.
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Metsola parabeniza Seguro
A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, já parabenizou António José Seguro pela sua vitória na segunda-volta das eleições presidenciais deste domingo.
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António Costa felicita eleição de Seguro
O presidente do Conselho Europeu e antigo secretário-geral do PS, António Costa, deixou nas redes sociais uma mensagem a congratular António José Seguro pela eleição como Presidente da República.
Desejando-lhe "os maiores sucessos" durante o mandato, Costa, afirmou ainda que "os Portugueses demonstraram hoje o seu apreço pela Democracia, reafirmando Portugal como um pilar do humanismo europeu" nesta segunda volta.
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Marcelo Rebelo de Sousa já felicitou Antonio José Seguro
O Presidente da República telefonou a António José Seguro para o felicitar pela sua vitória nas eleições presidenciais, "desejando-lhe as maiores felicidades e êxitos para o mandato que os Portugueses lhe atribuíram e se iniciará dia 9 de março, manifestando-lhe toda a disponibilidade para assegurar a transição institucional", refere uma nota publicada no site da Presidência da República.
O Presidente eleito será recebido, em Belém, esta segunda-feira às 16h00.
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André Ventura reage a resultados e assume derrota: «Espero que seja um bom Presidente»
"Se se confirmar estes resultados, endereçarei a António José Seguro os meus parabéns", disse o líder do Chega. "Quando o povo fala, o povo é soberano", acrescenta, defendendo que foi escolhido pelo povo para "liderar o espaço não-socialista".
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Votos em branco mais do que duplicam em relação à primeira volta (e a contagem ainda não terminou)
Nesta segunda volta, o número de votos em branco já supera o da primeira, num momento em que a contagem ainda não está terminada. Com 139 freguesias por apurar, já foram contados mais de 136 mil votos em branco quando na primeira volta o resultado final foi de 61275.
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Montenegro dá os parabéns a Seguro: "Cooperação será a nota dominante"
"Em nome do Governo quero felicitar António José Seguro, Presidente da República eleito. Tive a oportunidade de falar com ele e com André Ventura, o candidato vencido neste segundo sufrágio", afirmou Montenegro. O primeiro-ministro disse que manifestou a Seguro a vontade de trabalhar em conjunto com o novo chefe de Estado.
Luís Montenegro elogiou os portugueses por terem ido votar e agradeceu o trabalho a quem esteve nas mesas de votos para que "a esmagadora maioria dos portugueses pudessem votar".
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PCP diz que projeções apontam para "derrota clara" de Ventura
"Estas projeções revelam, a confirmar-se aquilo para que apontam, que há aqui uma rejeição e uma derrota clara do candidato André Ventura e dos projetos que ele vem a defender há mais de um ano e em que, nestas eleições, foi bastante ajudado por uma parte da comunicação social", afirmou Jorge Pires, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP, pouco depois de serem conhecidas as primeiras projeções dos resultados eleitorais. Numa declaração no Centro de Trabalho Vitória, em Lisboa, em que não se referiu ao candidato António José Seguro, que deverá ser eleito Presidente da República, o dirigente comunista defendeu que "o partido deve valorizar estes resultados". "Eles correspondem a uma leitura que nós fizemos das condições e daquilo que nós perspetivávamos para estes resultados, nomeadamente a derrota de André Ventura. É disso que se trata", salientou o dirigente do PCP, que apelou ao voto no candidato apoiado pelo PS na segunda volta.
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"Quero agradecer ao povo português": a primeira reação de António José Seguro
António José Seguro acaba de proferir as primeiras palavras enquanto presumível Presidente-eleito. "Quero agradecer ao povo português", disse numa curta delcaraçãos aos jornalistas a caminho do quartel-general da sua campanha, onde fará o discurso de vitória.
Seguro confessou-se "emocionado" pelo resultado eleitoral e pela participação e adesão do eleitorado à sua candidatura.
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Ventura reconhece derrota: "Espero que Seguro seja um bom Presidente"
"Mesmo com uma subida muito significativa face à primeira volta, não consegui o que propunha que era vencer estas eleições. Se se confirmar estes resultados, endereçarei a António José Seguro os meus parabéns", disse André Ventura à saída da missa.
"Quando o povo fala, o povo é soberano", acrescentou ainda, dizendo que foi escolhido pelo povo para "liderar o espaço não-socialista".
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António José Seguro vence em Penamancor na terra natal com mais de 80% dos votos
António José Seguro venceu a segunda volta em Penamacor, no distrito de Castelo Branco, de onde é natural, com 81,82%, o que corresponde a 2.102 votos. André Ventura obteve 18,8%, ou seja, 467 votos.
Houve 20 votos em branco e 27 nulos, ainda.
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José Luís Carneiro: vitória de Seguro "é a vitória da esperança sobre o ressentimento"
O secretário-geral do PS reagiu à vitória do candidato apoiado pelo partido. José Luís Carneiro afirmou que a eleição de António José Seguro "é a vitória da esperança sobre o ressentimento, a vitória das liberdades, direitos e garantias dos cidadãos".
Face a uma margem de votação que poderá colocar Seguro lado a lado com Mário Soares entre os maiores vencedores de sempre em Presidenciais, Carneiro ensaiou mesmo uma comparação com outros históricos socialistas. "É a vitória de um socialista de sempre, mas de um presidente de todos e para todos. Um presidente que, como Soares e Sampaio, será o presidente de todos os portugueses”.
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Chega reage à derrota eleitoral. "Portugueses perderam a oportunidade de uma grande mudança"
A candidatura do Chega já reagiu à presumível derrota nestas eleições. Pouco após serem conhecidas as projeções, o deputado Pedro Pinto falou aos presentes e aos jornalistas, afirmando que a segunda volta "não vai ter grande história".
Pedro Pinto, ainda assim, afirmou que a passagem do Chega à segunda volta mostra que são "os grandes vencedoras da direita em Portugal".
"Os portugueses perderam a oportunidade de uma grande mudança", afirmou, garantindo que o partido vai continuar a lutar para fazer a mudança que os portugueses não quiseram fazer hoje, mas vão querer em breve", disse.
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Seguro será o presidente eleito com maior votação no primeiro mandato
António José Seguro vai ser o presidente eleito com maior votação no primeiro mandato, isto porque todas as projeções à boca das urnas avançam que ex-secretário-geral do PS terá pelo menos 67% dos votos. António Ramalho Eanes for mesmo o único candidato, antes de Seguro, a ser eleito com uma percentagem acima dos 60% para o seu primeiro mandato, enquanto Marcelo Rebelo de Sousa teve 52% dos votos em 2016.
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Sondagem à boca das urnas dá 69,3% dos votos a Seguro
A sondagem à boca das urnas da Intercampus para o Now, Correio da Manhã e Negócios dá 69,3% dos votos para António José Seguro e 30,7% para Ventura. A margem de intervalo está entre os 66,8% e os 71,8% para Seguro e 28,2% e 33,2% para Ventura.
Ficha técnica
Sondagem Intercampus para a CMTV/NOW/JORNAL NEGÓCIOS, realizada no dia 8 de fevereiro de 2026, com o objectivo de identificar o resultado da votação para as eleições Presidenciais em 2026.
Universo constituído por eleitores que participaram no ato eleitoral. Com recolha através de simulação de voto em urna, a amostra é constituída por 12655 entrevistas, recolhidas em 13 freguesias de Portugal Continental. O erro de amostragem, para um intervalo de confiança de 95%, é de mais ou menos 0,87%. Os resultados da projeção são directamente obtidos a partir de uma sondagem realizada pela INTERCAMPUS.
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Ventura elogia mobilização "dentro das circunstâncias" do eleitorado
Numa breve declaração antes de ir à missa, André Ventura destacou pela positiva a participação eleitoral para que apontam os números da abstenção.
O candidato do Chega, que chegou a pedir o adiamento das eleições, afirmou que "as pessoas mobilizaram-se, dentro das circunstâncias", e que "o povo português conseguiu dizer quem é que queria para Presidente da República".
"Esse ponto é positivo", disse.
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Chega reage à abstenção e volta a criticar realzação de eleições durante o mau tempo
Rui Paulo Sousa, do Chega, reagiu à abstenção e congratulou os portugueses pela ida às urnas. Lamenta, no entanto, a realização do ato eleitoral por considerar que os que lutam contra esta intempérie foram deixados para trás.
"É de lamentar todos os que não conseguiram votar, os que estão deslocados, a ajudar as populações e não puderam exercer o seu direito", afirmou Rui Paulo Sousa, acrescentando que o adiamento por uma semana em alguns locais não é solução.
"[O direito de voto] não vai ser exercido em consciência, porque os resultados e a vitória vão ficar definidos hoje", defendeu.
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Diretor de campanha de Seguro: “os portugueses disseram sim à democracia”
Paulo Lopes Silva dedicou a primeira reação da noite eleitoral, na sede de campanha de António José Seguro, no Centro de Congressos das Caldas da Rainha, aos resultados da abstenção, que terá ficado entre os 42 e os 48%, de acordo com uma projeção da RTP/Católica. Saudou os portugueses que participaram no ato eleitoral: “a democracia é o bem maior que tentamos proteger e os portugueses disseram sim à democracia”. O deputado do PS deixou ainda uma palavra para todos os portugueses que não conseguiram votar hoje devido ao meu tempo.
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Fechadas urnas em Portugal continental e Madeira
As assembleias de voto para as eleições presidenciais encerraram às 19h de este domingo em Portugal Continental e na Madeira, fechando uma hora depois nos Açores, devido à diferença horária.
Nos Açores, as mesas de voto abriram e encerraram uma hora depois em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária.
Mais de 11 milhões de eleitores foram chamados a escolher o novo Presidente da República, num sufrágio que opôs António José Seguro a André Ventura.
No sufrágio de 18 de janeiro, Seguro obteve 31,11% e Ventura 23,52% dos votos, segundo o edital do apuramento geral dos resultados.
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Portugueses em Trinidade e Tobago votaram com boletins da 1ª volta
Os emigrantes portugueses na República de Trinidade e Tobago, perto da Venezuela, votam nestas eleições presidenciais com boletins da primeira volta, porque os impressos com os candidatos à segunda volta não chegaram a tempo, segundo fonte oficial.
De acordo com fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, foram enviados mais de dois milhões de boletins de voto, com os dois candidatos admitidos ao segundo sufrágio, para um total de 187 mesas de voto, visando a realização do ato eleitoral em 78 países.
Tratou-se de uma operação realizada em estreita cooperação com a Administração Eleitoral da Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) e com a Imprensa Nacional Casa da Moeda.
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Cerca de 37 mil eleitores vão votar no dia 15 devido ao mau tempo: veja em que locais
A Comissão Nacional de Eleições revelou este domingo que cerca de 37 mil eleitores não votaram este domingo, devido aos efeitos do mau tempo e à falta de condições de segurança. Vão poder fazê-lo no próximo domingo, dia 15 de fevereiro.
Arruda dos Vinhos é um dos municípios afetados por inundações, corte de estradas ou até mesmo falta de energia elétrica, o que levou as autoridades responsáveis a adiar o ato eleitoral. Neste caso, são os 12.162 eleitores das quatro freguesias do concelho, que serão chamados a votar dentro de uma semana.
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Presidenciais 2026. Abstenção deve ficar entre os 37,5% e os 42,5%
A sondagens para a TVI/CNN aponta para uma abstenção entre os 37,5% e os 42,5%.
A abstenção no último ato eleitoral de 18 de janeiro ficou nos 38,50%.
No total, na primeira volta das eleições presidenciais de 2026 votaram 5.696.638 votantes em território nacional, dos 9,2 milhões de inscritos.
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Mais afluência em Londres graças a mobilização jovem
O número de votos no consulado-geral de Londres ultrapassou esta tarde o registado na primeira volta das eleições presidenciais portuguesas, impulsionado por uma mobilização sobretudo jovem, determinada em influenciar o resultado final.
Na primeira volta, Londres somou 5.191 votos (3,61%) num universo de 143.899 inscritos, quase o triplo dos 1.875 votos registados em 2001, quando estavam recenseados 105.298 eleitores.
Além de Londres, há mesas de voto no Reino Unido em Manchester e Belfast. Na mesma jurisdição consular é ainda possível votar nas ilhas de Jersey e Guernsey, no Canal da Mancha, e em Hamilton, nas Bermudas.
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Afluência às urnas até às 16h00 foi de 45,50%, em linha com os valores da primeira volta
Divulgada há momentos, a mais recente atualização do Ministério da Administração Interna do número de eleitores que votaram na segunda volta até meio da tarde indica uma participação de 45,50% até às 16h00.
À mesma hora na primeira volta, a 18 de janeiro, tinham votado 45,51% dos eleitores recenseados, o que representa um decréscimo de apenas 0,01% da participação eleitoral nesta segunda volta.
As urnas permanecem abertas até às 19h00.
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"Os portugueses devem votar em todas as circunstâncias": Ramalho Eanes
No momento de votar, no Beato, em Lisboa, o antigo presidente da República Ramalho Eanes quis apelar ao voto, mostrando-se preocupado com a abstenção e afirmou que "os portugueses devem votar em todas as circunstâncias, mas em especial nas más circunstâncias".
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PAN apela à participação e defende mudanças para garantir direito de votoA líder do PAN, Inês Sousa Real, apelou este domingo à participação nas eleições, considerando estar em causa “preservar a democracia”, e defendeu alterações à lei eleitoral para garantir o direito de voto de emigrantes e de operacionais em missão.
“Apesar de sabermos que o país está sob um difícil contexto por causa ainda da destruição que foi causada em vários pontos do território, é importante que quem possa assegurar o seu direito ao voto que participe”, apelou, em declarações à agência Lusa, a porta-voz do partido Pessoas-Animais-Natureza.
Inês Sousa Real, que exerceu o seu voto na Escola Básica 2,3 de Telheiras, em Lisboa, considerou que esta eleição presidencial representa mais do que “perder ou ganhar”, sublinhando que o está em causa é “preservar a nossa democracia”.
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“Presidente eleito hoje tem uma tarefa mais difícil do que aquela que eu tive”, diz Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente da República votou este domingo e disse que quem lhe suceder no cargo vai ter uma tarefa muito mais difícil do que ele teve. Marcelo Rebelo de Sousa garantiu, no entanto, que ainda há muito a fazer no tempo do mandato que lhe resta.
O chefe de Estado lembrou que “estamos a viver um momento difícil numa parte do país”.
“Nessas ocasiões os portugueses não falham e percebem que o voto é mais importante”, defendeu.
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Polícia chamada ao consulado de Portugal em Genebra após ameaças à cônsul-geral
Um episódio de tensão marcou o segundo dia de votação no consulado de Portugal em Genebra. Ao que o NOW apurou, a cônsul-geral foi alvo de ameaças verbais e físicas por parte de um emigrante português que não conseguiu exercer o seu direito de voto.
O homem apresentou-se nas instalações consulares, mas foi informado de que não poderia votar por estar recenseado em Portugal e não na Suíça. Insatisfeito com a explicação, terá elevado o tom e proferido ameaças dirigidas à responsável consular.
Perante a situação, a cônsul-geral decidiu reportar o caso e acionou a polícia e a proteção consular. Contudo, quando as autoridades chegaram ao local, o indivíduo já tinha abandonado o consulado.
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“Foi um desrespeito mandar as pessoas votar”, diz André Ventura
O candidato à presidência da República André Ventura considerou “um desrespeito mandar as pessoas votar num dia como o de hoje”, tendo em conta a destruição causada pelo mau tempo na última semana.
“Foi um desrespeito para as pessoas. Há momentos em que nós políticos temos de dizer aquilo que pensamos, mesmo que isso não seja [...] o mais consensual”, declarou.
Para André Ventura, não adiar o ato eleitoral “tornou portugueses de primeira uns e portugueses de segunda outros”. Ainda assim, o líder do Chega apelou ao voto e considerou que “é dia de se fazer democracia”.
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Afluência às urnas no Luxemburgo semelhante à primeira volta
No Luxemburgo, onde votaram mais de 4300 eleitores na primeira volta, a afluência manteve-se semelhante à do primeiro ato eleitoral, onde foram ultrapassados todos os recordes de participação dos imigrantes portugueses nas eleições presidenciais.
Nas últimas presidenciais, em 2021, tinha votado menos de 2% dos imigrantes inscritos. Este ano, no dia 18 de janeiro, votaram mais de 10% dos eleitores.
André Ventura foi o candidato que teve mais votos dos imigrantes, com 42,5% dos resultados. António José Seguro teve apenas 23% dos votos.
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António Filipe diz que adiamento das eleições em algumas zonas é indesejável
O ex-candidato à presidência da República António Filipe considerou que é “indesejável” que algumas zonas do país se tenham visto forçadas a adiar o ato eleitoral para o próximo domingo e apelou os portugueses a exercerem o direito do voto “que custou muito a conquistar”.
“Ninguém queria isto, mas a Constituição encontrou uma solução”, salientou .
António Filipe realçou que “os portugueses têm uma oportunidade de contribuir para a eleição de quem querem ver na presidência da República".
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22,35% dos eleitores inscritos votaram até às 12 horas
A afluência às urnas na segunda volta das eleições presidenciais foi de 22,35% até às 12 horas. No primeiro ato eleitoral, pela mesma hora, registou-se uma afluência de 21,18% dos eleitores inscritos.
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“Políticos têm muita dificuldade a responder” a calamidades, diz Cavaco Silva
O antigo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva defendeu esta domingo que os políticos têm dificuldade em responder às calamidades.
“São aqueles que estão próximos das pessoas que jogam [primeiro] a mão aos necessitados”, explicou.
Para Cavaco Silva, “o Presidente da República é uma figura de união e deve continuar a ser”.
“Estou convencido que o novo Presidente fará todos os possíveis para unir os portugueses”, concluiu.
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“Não é a partir de Lisboa que se adiam eleições”, defende Aguiar-Branco
O Presidente da Assembleia da República defendeu este domingo que não é a partir de Lisboa que se deve decidir quais municípios devem adiar o ato eleitoral. José Pedro Aguiar-Branco considerou que “por respeito” a todas as pessoas afetadas devemos exercer o direito ao voto “com todo o nosso emprenho”.
“A dignidade das pessoas é também a dignidade do exercício do direito ao voto”, acrescentou.
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Eleições decorrem normalmente além dos adiamentos por mau tempo
As eleições para a segunda volta das presidenciais estão a decorrer com normalidade, sem que haja informação de problemas ou boicotes, sendo o adiamento em algumas freguesias devido ao mau tempo a única irregularidade no processo eleitoral.
De acordo com o porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE), desde a abertura das assembleias de voto, às 8 horas em Portugal Continental e na Madeira, e uma hora depois nos Açores, os eleitores têm acorrido às urnas dentro do que é expectável.
"Até ao momento, não tivemos informação de quaisquer problemas ou boicotes", afirmou, acrescentando que a última alteração ao que estava previsto foi a decisão, conhecida no sábado à noite, da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos (Santarém) de adiar a votação nas secções de voto da freguesia de Salvaterra de Magos.
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Esta é "também a escolha do comandante supremo das Forças Armadas”, lembra ministro da Defesa
O ministro da Defesa já votou na segunda volta das eleições presidenciais e defendeu que é nos momentos de calamidade que se percebe a importância de um chefe de Estado presente.
Nuno Melo lembrou que “em causa [...] não está apenas a escolha de um chefe de Estado, está também a escolha do comandante supremo das Forças Armadas”.
“Por causa destas circunstâncias é bom ver a importância e a presença de um chefe de Estado nos momentos mais difíceis”, afirmou.
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“Este é o momento em que o povo é soberano”: Seguro apela ao voto na segunda volta das presidenciais
O candidato à Presidência da República António José Seguro já votou e apelou aos portugueses para aproveitarem a melhoria do estado do tempo para votar.
“Este é o momento em que o povo é soberano e em que cada voto conta e decide mesmo o futuro do país. Estamos a eleger o Presidente da República para os próximos cinco anos. É uma decisão muito importante”, declarou.
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Mário Soares foi o presidente eleito com maior percentagem de votos desde 1976
O histórico socialista Mário Soares foi o Presidente da República eleito com maior percentagem de votos, desde as primeiras eleições presidenciais portuguesas após o 25 de Abril de 1974, obtendo 70,35% no sufrágio de 1996.
A seguir a Mário Soares, foi António Ramalho Eanes que conseguiu ser eleito com a mais alta percentagem de votos, conseguindo 61,59% na primeira eleição presidencial, em 1976.
Marcelo Rebelo de Sousa, que se despede da Presidência da República após atingir o limite de mandatos, foi o único outro chefe de Estado que conseguiu ultrapassar a barreira dos 60%: na sua reeleição, há cinco anos, foi a escolha de 60,66% dos votantes.
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Imigrantes portugueses em França preocupados com mau tempo em Portugal
Em dia de eleições presidenciais, os imigrantes portugueses em Paris mostram-se emocionados e preocupados com os efeitos do mau tempo em Portugal.
“Estamos a mandar camiões para Portugal cheios para poder ajudar a zona”, contou um português em Paris.
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“Democracia tem de ser cultivada”: Cotrim de Figueiredo apela ao voto apesar das dificuldades
O ex-candidato à presidência da República João Cotrim de Figueiredo apelou este domingo ao voto na segunda volta das eleições apesar das dificuldades.
“Podem não ter tido onde dormir, podem ter tido os seus bens destruídos, [...], mas mesmo com essas dificuldades não se esqueçam que a democracia tem de ser cultivada e os direitos exercidos”, defendeu.
Recorde-se que Cotrim de Figueiredo ficou em terceiro lugar na primeira volta das eleições presidenciais, a 18 de janeiro, com 16% dos votos.
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Primeira volta das presidenciais registou 47,7% de abstenção, a maior de sempre foi em 2021
A primeira volta das eleições presidenciais, em 18 de janeiro, registou uma taxa de abstenção de 47, 7%, mantendo-se o recorde da abstenção no sufrágio de 2021, em que 60,7% dos eleitores optou por não votar.
No primeiro sufrágio da atual eleição presidencial, em 18 de janeiro, 5.270.278 eleitores optaram por não votar, com a abstenção a ficar bem abaixo da registada nas eleições de 2021 e de várias anteriores, que já tinham ultrapassado os 50%.
A eleição de 2021 decorreu no momento mais grave da propagação da covid-19 em Portugal, com o baixo número de votantes a ser também justificado pelo recenseamento eleitoral automático dos emigrantes com cartão de cidadão válido, que decorreu de uma mudança à lei, feita em 2018.
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Comissão Nacional de Eleições autoriza alteração de 66 locais de voto
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) autorizou a alteração de 66 locais de voto para a segunda volta das eleições presidenciais, devido aos danos causados pelo mau tempo.
Os concelhos de Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã decidiram adiar o ato eleitoral para o próximo domingo, dia 15 de fevereiro. O município de Santarém pediu apenas o adiamento da votação em duas secções.
Segundo dados dos CNE, o total de mesas com votações adiadas corresponde a 31 862 eleitores inscritos. No entanto, parte dos eleitores já votou antecipadamente.