As eleições para escolher o próximo Presidente da República realizam-se este domingo e existem onze candidatos. As assembleias de voto para as eleições presidenciais encerraram às 19:00 de hoje em Portugal Continental e na Madeira, fechando uma hora depois nos Açores, devido à diferença horária. Mais de 11 milhões de eleitores foram hoje chamados à 11.ª eleição do Presidente da República desde a instauração da democracia em 25 de Abril de 1974, votando no sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos.
Marques Mendes teve pior resultado de sempre entre candidatos presidenciais apoiados pelo PSD
Luís Marques Mendes, com apenas 11% nas eleições presidenciais, ficou muito longe do mais baixo resultado de sempre de um candidato apoiado pelo PSD, 34,6%, e também a grande distância dos resultados mais recentes da AD.
A dispersão de votos no centro-direita foi evidente, com o candidato apoiado pela IL, João Cotrim Figueiredo, a conseguir 16% dos votos, quase o dobro do que alcançou nas europeias de 2024 e o triplo do que o partido obteve nas últimas legislativas.
Com estes resultados, o presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou que o espaço político do seu partido não estará representado na segunda volta, pelo que não haverá indicação de voto dos sociais-democratas nem em Seguro nem em Ventura.
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"Vamos derrotar [na segunda volta] quem semeia o ódio entre os portugueses", afirma Seguro
"Obrigado pelo apoio. Todos somos Portugal": foi assim que o candidato presidencial António José Seguro iniciou o discurso de vitória nas eleições presidenciais deste domingo.
Sem maioria, o socialista vai ter de disputar a segunda volta a 8 de fevereiro com André Ventura. O candidato vencedor da primeira volta convidou "todos os democratas, progressistas e humanistas a derrotar quem semeia o ódio entre os portugueses".
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Seguro quer derrotar Ventura “com todos os democratas”
Vencedor da primeira volta quer ganhar eleição com o apoio de “todos os democratas, progressistas e humanistas” contra “o extremismo”.
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Rui Rio afiou a faca ao PSD
O político falou aos jornalistas após Gouveia e Melo, à saída da sala onde assistiu sentado na linha da frente ao discurso do Almirante. "O resultado do candidato apoiado pelo PSD é um tema profundo", disse e acrescentou de forma subliminar que o "primeiro-ministro", Luís Monternegro terá de tirar ilações sobre o futuro da liderança do PSD. E salientou que o resultado de Henrique Gouveia e Melo foi: "O de umas eleições presidenciais que se tornaram numas legislativas". Leia mais AQUI.
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Ventura diaboliza Seguro e o PS e afirma-se como “o candidato não socialista”
André Ventura já começou a falar – e proclamou-se como o “líder do espaço não socialista”. “A direita fragmentou-se como nunca, mas os portugueses deram-nos a nós essa liderança”, afirmou o líder do Chega. “Obrigado aos portugueses que reconheceram que só havia uma alternativa ao socialismo que nos destrói”, afirmou. E apelou ao voto “a quem não é socialistas”: “Eu quero deixar uma mensagem clara a todo o povo que não quer o PS, mas também a todos os lideres não socialistas. A direita não perdeu estas eleições, a direita ganhou estas eleições. Por isso, meus caros, só perderemos estas eleições por egoísmos do PSD e IL ou outros lideres que se dizem de direita mas agora tem de escolher entre um socialistas e quem quer fazer reformas neste pais. Agora é que vamos ver a fibra de que são feitos.”
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Todos os votos em Portugal já foram contados e a contagem já está fechada
Em Portugal, António José Seguro ganhou em todos os distritos, exceto em Faro e na Madeira, onde ganhou André Ventura.
António José Seguro conquistou 31% dos votos do eleitorado. André Ventura fica em segundo lugar, com 23,29 % do total da votação.
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Ventura mostra-se desiludido com reações de Cotrim e Montenegro
Em declarações à CMTV, o candidato presidencial André Ventura mostrou-se desiludido com a reação de Cotrim de Figueiredo aos resultados eleitorais e considerou ser "impossível" que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, fique "à margem" da campanha eleitoral da segunda volta que será protagonizada pelo líder do Chega e o socialista António José Seguro.
André Ventura disse já estar focado para dar resposta à missão que, este domingo, lhe foi atribuída pelos portugueses: "agregar a direita".
"A partir de amanhã começarei a trabalhar para agregar a direita toda. A direita ganhou estas eleições", referiu. "Liderar a direita é uma vitória", acrescentou.
O candidato disse que irá tentar juntar "todo o eleitorado do PSD, Chega e Iniciativa Liberal num grande bloco".
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"É uma derrota pessoal": Cotrim de Figueiredo reage aos resultados das presidenciais
João Cotrim de Figueiredo assume uma "derrota pessoal" nas eleições presidenciais deste domingo. O candidato apoiado pela Iniciativa Liberal afirma que não tenciona recomendar o voto em qualquer um dos candidatos da segunda volta e diz que os portugueses "serão confrontados com uma péssima escolha" entre Seguro e Ventura.
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Cotrim não recomenda voto para "péssima escolha entre Ventura e Seguro"
Cotrim de Figueiredo diz que os portugueses terão de fazer uma “péssima escolha entre Seguro e Ventura” e não vai recomendar o voto em nenhum. "Não pretendo endossar ou recomendar o voto em qualquer candidato", afirmou.
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Rui Rio: "Temos de ter alguém em Belém independente e equidistante"
"Isto foi uma espécie de segundas legislativas. Se analisarmos a votação conjunta do Chega e a IL, temos aqui uma pequena revolução. Cotrim deve voltar à liderança da IL, temos uma esquerda fraca, há uma revolução. O resultado do candidato apoiado pelo PSD é mais profundo. É um resultado que numas eleições presidenciais se tornaram numas legislativas. É preocupante para o PS e o PSD, os resultado da IL e do Chega. "Acho que é um resultado penalizador para o partido e não para o Governo. O primeiro-ministro tem de tirar ilações para a liderança do PSD. O sistema partidário está a sofrer uma mutação. Não vou ter uma participação pública na segunda volta. Vou pensar se digo alguma coisa em relação à segunda volta, não sei. Mas sei em quem vou votar. Deixo a orientação de voto para a Comissão Nacional do PSD." "Temos de ter alguém em Belém independente e equidistante para fazer as reformas estruturais que eu defendi enquanto líder da oposição: justiça, economia. O povo português escolheu como entendeu. É prematuro assumir o apoio a um candidato na segunda volta."
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Manuel João Vieira promete voltar a candidatar-se e diz que derrota é vitória
O candidato presidencial Manuel João Vieira disse este domingo que irá candidatar-se a umas próximas eleições presidenciais e considerou, mesmo que paradoxalmente, que "esta vitória é uma derrota" e que "esta derrota é uma vitória".
"Vestindo outros trajes, mais velho, mas voltarei", disse o candidato presidencial, numa reação às projeções na sua sede de campanha, em Campo de Ourique, enquanto jantava "carne com arroz amarelo".
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Gouveia e Melo: "Demonstrámos ser possível unir a diferença"
Assumindo a derrota, o almirante que se candidatou sem o apoio oficial de nenhum partido, assumiu que não atingiu o objetivo a que a sua equipa se propôs.
Mas Gouveia e Melo, que continua a acreditar "na necessidade de despartidarizar a Presidência da República", destacou o facto de ter um conjunto de apoiantes vindos de vários quadrantes politicos: "Demonstramos que é possível unir na diferença, quando existe uma causa maior que nos transcende a todos. Essa causa maior é o nosso país. Portugal pode e deve ser um espaço de convergência, mesmo quando há diversidade de opiniões."
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“25 de abril sempre, fascismo nunca mais”: Pureza apela ao voto em Seguro e considera candidatura de Catarina Martins uma "inspiração"
No final da noite no Fórum Lisboa, o coordenador do Bloco de Esquerda, partido que apoiou a candidatura de Catarina Martins, José Manuel Pureza, deixou “quatro breves notas sobre os resultados” desta primeira volta. Em primeiro lugar realçou a campanha “formidável” de Catarina Martins, expressando o seu orgulho e assumindo a sua candidatura como “inspiração para ação política”. Em segundo reconhece que a campanha da eurodeputada apesar de “reconhecida por tanta gente, não teve correspondência pela em votos”, referindo “uma pressão para votar taticamente”. Terceiramente nota a “derrota clamorosa do candidato do Governo”, Marques Mendes, e considera Luís Montenegro como o “grande derrotado da primeira volta”. Em último assume responsabilidade “deste momento” e propõe que “a mesa nacional se reúna amanhã e que apele ao voto em António José Seguro para vencer André Ventura e a extrema-direita”. Ouvem-se apoiantes a cantar: “25 de abril sempre, fascismo nunca mais”.
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Luís Montenegro foi "dar um abraço" a Marques Mendes
A ausência de governantes na noite eleitoral de Marques Mendes - o ministro da Economia foi o único a marcar presença ao longo da noite - foi compensada com a visita do primeiro-ministro.
Numa chegada "relâmpago", o chefe do Governo avançou rapidamente por entre a multidão de jornalistas, mas rejeitou responder a perguntas: "Deixem-me ir dar-lhe um abraço", afirmou apenas.
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Catarina Martins admite resultado abaixo do que esperava e votará em Seguro na segunda volta
A candidata presidencial Catarina Martins reconheceu este domingo que o resultado obtido nas eleições ficou "muito abaixo do que esperava" e anunciou que vai apoiar e votar em António José Seguro na segunda volta.
"Os resultados que temos indicam que a segunda volta será disputada entre António José Seguro e André Ventura. Já felicitei António José Seguro pelo seu resultado e disse-lhe que contará com o meu voto na segunda volta contra André Ventura", revelou Catarina Martins.
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Paulo Raimundo pede “voto contra a candidatura de André Ventura” na segunda volta
António Filipe e Paulo Raimundo – secretário-geral do PCP – foram recebidos com aplausos pelas várias dezenas de pessoas que se encontravam no SANA Metropolitan para apoiar o comunista esta noite.
Paulo Raimundo considera que “o resultado fica aquém do valor da candidatura” de António Filipe, por ser uma candidatura “de esquerda, patriota, que defende os valores a Abril” e afirma que na segunda volta existe “um quadro em que não é possível afastar uma clara política de direita” de Belém. Ainda assim o mais importante para o líder dos comunistas é “afastar da presidência da República alguém que tem um protejo reacionário”: “Esta é uma opção que exige de forma clara o voto contra a candidatura de André Ventura” Em resposta às perguntas dos jornalistas, António Filipe reforça que “o apelo ao voto [em Seguro] não significa um apoio ao candidato nem aquilo que defende”.
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Marques Mendes assume derrota e recusa apoio a qualquer candidato na segunda volta
A presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, disse manter a esperança de que João Cotrim de Figueiredo, candidato apoiado pelo partido, possa marcar presença na segunda volta. Mariana Leitão elogiou a campanha de Cotrim de Figueiredo, que diz ter sido "extraordinária, mobilizadora e uma campanha de esperança e de futuro".
A líder da IL recusou indicar qual será o candidato apoiado pelo partido, caso Cotrim de Figueiredo não siga para a segunda volta das eleições, e disse que "a situação terá de ser analizada".
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Luís Montenegro: "PSD não estará envolvido na campanha" para a segunda volta
O Primeiro-Ministro português destacou o aumento da participação, felicitou os candidatos, em particular Seguro e Ventura, que para o primeiro-ministro representam os espaços políticos "à esquerda e direita do PSD". A conclusão que o PSD tira, disse Montenegro, "é que o seu espaço político não estará representado nesta segunda volta" e por isso o partido "não estará envolvido na campanha". "Não emitiremos nenhuma indicação [de voto]", esclareceu Montenegro.
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Carneiro diz que Seguro é "vencedor claro" e apela ao voto no socialista na segunda volta
O presidente do Partido Socialista, José Luís Carneiro, felicitou a vitória de António José Seguro, que diz ser "um vencedor claro". "É um candidato suprapartidário, mas naturalmente que o PS vive com muita alegria o resultado", justificou o líder do partido.
Carneiro explica que Seguro "é o vencedor por razões importantes", entre as quais destaca o "respeito pelos outros candidatos", sublinhando que "em circunstância alguma [António José Seguro] reagiu à provocações dos adversários".
O líder socialista destacou ainda o facto de Seguro ser o candidato que apresentou quais as suas prioridades para o País e aproveitou ainda para apelar ao voto na segunda volta, que opõe uma "visão democrática" a "tendências autocráticas".
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Catarina Martins garante voto em António José Seguro na segunda volta e promete lutar contra “tabus”
A entrada de Catarina Martins ficou marcada por palmas e cânticos. “Catarina vai em frente, tens aqui a tua gente” enche a sala. A candidata começou por agradecer às pessoas presentes e afirmou já ter felicitado António José Seguro, que pelas 21h15 liderava as sondagens com pouco mais de 30%, no qual diz votar na segunda volta, que em princípio será disputada entre o candidato apoiado pelo Partido Socialista (PS) e André Ventura, líder do Chega. Catarina Martins reflete sobre um “mau resultado para a esquerda e um resultado muito expressivo para a extrema-direita e a direita radicalizada” que considera alarmante, mas reflete sobretudo no seu resultado, 1,95% dos votos, que diz ser “abaixo do que esperava”. A eurodeputada do Bloco de Esquerda afirma ter entrado em campanha “para quebrar tabus, de que Portugal há de ser um país de baixos salários, que o Estado há de continuar a falhar, de que uma mulher não pode ser Presidente da República”, prometendo continuar a lutar contra eles. Por fim, considera que o resultado de Luís Marques Mendes, abaixo do que era esperado, simboliza o "hecatombe do Governo e de Luís Montenegro" que acredita serem "os grandes derrotados da noite".
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Marques Mendes assume derrota e recusa apoio a qualquer candidato na segunda volta
Luís Marques Mendes assumiu a derrota nas eleições presidenciais, este domingo, e recusou apoiar qualquer candidato na segunda volta, que deverá ser disputada por André Ventura e António José Seguro.
"Os portugueses escolheram e não me escolheram a mim", disse o candidato presidencial que afirmou que vai "respeitar sempre a escolha soberana dos portugueses".
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Catarina Martins felicita Seguro e apela ao voto no candidato apoiado pelo Partido Socialista "com os olhos bem abertos"
Catarina Martins felicita Seguro e apela ao voto no candidato apoiado pelo Partido Socialista "com os olhos bem abertos".
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Ventura afirma-se como o “líder da direita”
André Ventura chegou ao Marriott. Após a tradicional missa pré-eleitoral em São Nicolau, chegou ao hotel onde tem feito o seu quartel-general desde 2021. “Obrigado por acreditarem numa nova direita”, vaticinou, rodeado de jornalistas, a mulher e apoiantes, enquanto berravam em apoteose. Diz que vai “olhar para todos os cenários em cima da mesa” e que, ao contrário do que as pessoas pensam, “a direita não perdeu de todo”. “A direita ganhou hoje. Tem a maior probabilidade de vitória [na segunda volta]”afirmou, afirmando-se como o “líder da direita”. “A liderança dessa direita deixa-‘é muito orgulhoso”, afirma. “[Montenegro] tem de ver se quer um socialista no poder. (…) O socialismo não deve continuar a ser poder em Portugal”, concretiza.
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Alguns candidatos já felicitaram António José Seguro
Catarina Martins, Jorge Pinto e João Cotrim de Figueiredo contactaram António José Seguro para o felicitar pela passagem à segunda volta. O candidato está com a sua equipa no piso inferior do Centro Cultural das Caldas e à sua espera já tem um auditório cheio.
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Jorge Pinto salienta objetivos cumpridos durante a campanha, apesar de resultados
Jorge Pinto, o candidato presidencial apoiado pelo Livre, que surge abaixo dos 1% na sondagem elaborada pela Intercampus para a CMTV/NOW/JORNAL NEGÓCIOS, salientou que o "objetivo foi cumprido", numa reação aos primeiros resultados.
O candidato, que se mostrava satisfeito, enumerou alguns dos objetivos que considera que foram cumpridos na campanha, nomeadamente falar sobre a regionalização, sobre os problemas do SNS e da defesa da constituição "que está a ser severamente ameaçada", segundo Jorge Pinto.
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"É sinal de que a direita acordou": Ventura reage aos resultados das sondagens
André Ventura disse, após saírem os resultados das sondagens, que "é preciso agregar e juntar esforços, para não ter um socialista em Belém". O candidato disse que ainda não tinha o resultado das sondagens, mas que se de facto estiver em segundo "é sinal de que a direita acordou" e que pretende "conseguir derrotar o socialismo" numa segunda volta.
"Queria dizer isto: "obrigado"", disse o líder do Chega, admitindo estar "um pouco" surpreendido com resultado de Seguro.
"Vou lutar dia a dia, segundo a segundo para que no dia 9 de março não seja um socialista a tomar posse", disse Ventura.
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“Seguro e Ventura são os vencedores da noite”: Armando Esteves Pereira analisa as primeiras projeções das presidenciais
Armando Esteves Pereira, diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, analisa as primeiras projeções das eleições presidenciais, que dão vitória a António José Seguro e a passagem à segunda volta de André Ventura.
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Candidato Vieira destaca "campanha digna, caseira e sem poluição"
Logo a seguir às primeiras sondagens, que o colocam num honroso 8.º lugar, Vieira deixa a carne de porco à portuguesa com arroz a arrefecer e vai para a sala onde tem o "teleponto" para fazer o discurso da "vitoriosa derrota", sempre em direto para o Instagram da campanha. Cerca de 40 pessoas gritam pelo seu nome e começa então a ler, com algum improviso pelo meio. "Impugnação!", ouve-se na sala, mas Vieira prefere realçar a "campanha digna, caseira e sem poluição".
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"Estará convicto para ganhar": Pedro Pinto entusiasmado com sondagens que colocam André Ventura na segunda volta
Pedro Pinto, do Chega, reagiu com grande entusiasmo à sondagem do Correio da Manhã, CMTV e NOW que coloca André Ventura a disputar uma segunda volta com António José Seguro, que segue como o candidato mais votado: "o nosso objetivo era esse e será alcançado".
O deputado do partido liderado por André Ventura felicitou ainda a "grande derrota que a extrema-esquerda teve [nestas eleições] e que todos os candidatos da extrema-esquerda tiveram".
"André Ventura estará na segunda volta convicto para ganhar e para ser Presidente da República", disse ainda Pedro Pinto antes de terminar a curta intervenção.
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A reação às projeções na sede da noite eleitoral de Manuel João Vieira
Muitas palmas e manifestações de apoio dos presentes a uma candidatura que, na sondagem da Universidade Católica para a RTP (o canal ligado neste quartel-general), consegue ficar à frente de Jorge Pinto, André Pestana e Humberto Correia.
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António José Seguro saúda os portugueses pela participação eleitoral e espera pelos resultados oficiais
Candidato às presidenciais chegou à sede de campanha eleitoral, nas Caldas da Rainha, onde irá acompanhar os resultados.
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António José Seguro e André Ventura na segunda volta das presidenciais
A sondagem à boca das urnas da Intercampus para o NOW, Negócios e CMTV dá uma vitória destacada para António José Seguro com 31,6% dos votos. Em segundo lugar está André Ventura com 23%. Serão estes os dois candidatos a disputar a segunda volta, a 18 de fevereiro.
O terceiro lugar nesta sondagem pertence a João Cotrim de Figueiredo (15,9%) e o quarto lugar a Henrique Gouveia e Melo (12,9%). Marques Mendes surge em quinto lugar com 10,3% dos votos.
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Manuel João Vieira diz que conseguir "1% [dos votos] já não seria muito mau"
O candidato Manuel João Vieira mostrou-se descontraído na chegada à sede escolhida para passar a noite eleitoral e disse que pretendia "ver as notícias e comer qualquer coisita".
O candidato, que se auto-considera 'fora do sistema', afirmou ainda que "um resultado vitorioso [esta noite] seria passar à segunda fase ou ter 100% [dos votos]", mas que "1% já não seria muito mau".
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"Não estou à espera de coisíssima nenhuma", Marques Mendes sobre eventual presença de Montenegro na sede de campanha
Luís Marques Mendes, candidato às presidenciais, disse não estar "à espera de coisíssima nenhuma", quando questionado se estava à espera que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, estivesse o seu lado esta noite. O candidato disse ainda que se se confirmar que abstenção é mais baixa "é uma boa notícia". "Não conheço ainda os resultados finais da abstenção, foi o que eu vi ao longo do dia, que a abstenção é a mais baixa. Se isso se confirmar, é uma boa notícia", afirmou o candidato à chegada à sede de campanha.
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"A democracia ganha sempre quando há uma abstenção reduzida": Gouveia e Melo chega à sede de campanha
Henrique Gouveia e Melo já chegou à sede de campanha, no hotel Corinthia em Lisboa. O candidato mostrou-se "feliz" com as projeções de descida da abstenção. "A democracia ganha sempre quando há uma abstenção reduzida", referiu em declarações aos jornalistas. Questionado sobre o que planeia para o futuro, Gouveia e Melo respondeu que fará "o que os portugueses quiserem". "Esta eleição teve o arco-íris todo - o partidário e o independente - e isso contribuiu de forma positiva" para a campanha, apontou ainda.
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“É bom sinal”: André Ventura reage à percentagem mais alta dos últimos 20 anos de afluência às urnas
André Ventura reagiu à afluência às urnas nestas presidenciais dizendo que se trata de algo "histórico" e "muito positivo". "Significa que as pessoas escolheram quem querem para ser Presidente, ou pelo menos para passar à segunda volta", disse o candidato às presidenciais, quando chegava à missa. Ventura disse ainda que irá acompanhar os resultados e que irá ser uma "noite longa para todos". "Estou convencido de que chegaremos ao fim em bom porto", asseverou.
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Assembleias de voto fecharam em Portugal Continental e na Madeira
As assembleias de voto para as eleições presidenciais encerraram às 19:00 de hoje em Portugal Continental e na Madeira, fechando uma hora depois nos Açores, devido à diferença horária.
Mais de 11 milhões de eleitores foram hoje chamados à 11.ª eleição do Presidente da República desde a instauração da democracia em 25 de Abril de 1974, votando no sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos.
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Projeção aponta para a abstenção mais baixa desde 2006
A projeção da TVI e CNN Portugal aponta para uma abstenção entre os 35,6% e os 40,6% nestas presidenciais. A confirmar-se, poderá tratar-se da abstenção mais baixa desde 2006, quando Aníbal Cavaco Silva foi eleito pela primeira vez. Nesse ano, 37,4% dos eleitores não foram votar.
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Afluência supera últimas eleições com 45,51% dos eleitores a votar até às 16h00
A afluência às urnas para a eleição do próximo Presidente da República situava-se, até às 16h00 deste domingo, nos 45,51%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou nas últimas eleições.
Nas últimas eleições presidenciais, em 24 de janeiro de 2021 em pandemia, e à mesma hora, a afluência às urnas foi de 35,44%, o que se traduz numa subida de 10,07 pontos percentuais. Neste ano, a taxa de abstenção atingiu os 60,76%.
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Rui Tavares apela ao voto em “contexto de muita instabilidade internacional”
O porta-voz do Livre disse este domingo que espera que a abstenção nestas eleições seja inferior às presidenciais de 2021. Rui Tavares reforçou a importância destas eleições numa altura em que se vive um clima de grande instabilidade internacional.
“O Presidente da República tem um papel muito relevante nessa matéria, portanto é muito importante que todos os nossos concidadãos venham e exprimam o seu sentido de voto”, acrescentou.
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“Todos aqueles que amam a democracia e que defendem a constituição não podem ficar em casa”, diz José Luís Carneiro
O secretário-geral do PS deixou este domingo um apelo aos eleitores para que haja uma maior participação nestas eleições. José Luís Carneiro revelou que está confiante numa diminuição da abstenção.
“Todos aqueles que amam a democracia e que defendem a constituição não podem ficar em casa. Têm mesmo de vir votar”, defendeu.
O líder socialista realçou que “votar é um dever e um exercício essencial da cidadania”.
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“Portugueses não podem dizer que não votam porque não estão esclarecidos”, defende Rui Rio
O ex-deputado do PSD Rui Rio já votou e apelou a todos os portugueses para irem votar. O mandatário nacional da campanha de Henrique Gouveia e Melo considerou que estas eleições “são completamente imprevisíveis”.
“Penso que isso é um fator que chama as pessoas”, afirmou.
Para Rui Rio, “as pessoas não podem dizer que não votam porque não estão esclarecidas”.
“Se não estão esclarecidas é porque não acompanharam a pré-campanha e a campanha”, acrescentou.
Rui Rio levantou ainda a dúvida da eficácia dos debates entre dois candidatos para esclarecer os portugueses, mas realçou que, ainda assim, também ajudam a algum esclarecimento.
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“Desejo que os portugueses venham exercer a sua cidadania em consciência”, diz Gouveia e Melo
O candidato à presidência da República Henrique Gouveia e Melo disse estar tranquilo para as eleições deste domingo e apelou a um voto com consciência.
“Desejo que os portugueses venham exercer a sua cidadania, que venham votar e que em consciência façam as suas opções”, acrescentou.
Gouveia e Melo disse ter a esperança de que os portugueses “queiram decidir o próprio destino usando o seu voto”.
“Isso é que é verdadeiramente a cidadania e a democracia. Tenho a verdadeira esperança de que isso aconteça”, garantiu.
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Portugueses desafiam distância para votar presencialmente em Londres
Vários portugueses viajaram cerca de duas horas para votar nas eleições presidenciais no Consulado-Geral de Londres esta manhã, onde era notória uma grande afluência, mas queixaram-se da falta de opção para votar remotamente.
“É um grande esforço. Agradecíamos ter uma forma de votar remotamente, de preferência digital”, afirmou João Teodósio, recordando que o voto por correspondência falhou nas últimas eleições legislativas devido a uma mudança de residência.
Ao contrário das eleições legislativas, que permitem tanto o voto presencial como o voto postal, nas eleições presidenciais apenas é possível o voto presencial.
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"Venham votar, é importante votar": Carlos Moedas agradece o trabalho dos voluntários nas mesas de voto
O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, apelou ao voto, este domingo, depois de ele próprio exercer este direito em Lisboa.
"Venham votar, é importante votar", disse o autarca, destacando o "trabalho grande, necessário" dos voluntários das mesas de voto que trabalham "pela democracia".
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"Fiz algumas críticas, agora o importante é vir votar" afirma Aguiar Branco
O Presidente da Assembleia da República votou na Universidade Católica. Aguiar Branco recusou comentar o conteúdo campanha - que o próprio chegou a ecoar - sobre a falta de discussão em torno dos poderes presidenciai, lançando apenas um apelo ao voto.
"Em determinado momento da campanha fiz algumas observações críticas, que foram reconhecidas até pelos candidatos. Agora apenas queria considerar que o importante é vir votar, e o meu apelo é para que isso aconteça".
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Inês Sousa Real elogia adaptação dos boletins de voto em braille
A porta-voz do PAN assumiu estar confiante numa grande afluência às urnas nas eleições presidenciais deste domingo.
“Tem havido alguma adesão às urnas, o que é muito importante”, acrescentou.
Inês Sousa Real defendeu que a escolha do próximo Presidente da República vai influenciar a estabilidade do país.
Realçou ainda que "tem havido até uma adaptação dos boletins de voto em braille, para que as pessoas com deficiência visual possam participar.
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“Portugueses estão cansados de campanhas e de eleições”, diz Nuno Melo
O ministro da Defesa já votou e pediu a todos os portugueses para que fossem às urnas. Nuno Melo salientou que existe uma grande probabilidade de haver uma segunda volta para eleger o Presidente da República.
“A discussão política não é má, mas já vai sendo tempo de parar com eleições e fazer tudo o resto”, defendeu.
Segundo o ministro, “os portugueses estão cansados de campanhas e de eleições”, por haver muitas eleições seguidas “em muito poucos anos”.
“É tempo de Governar”, considerou.
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"Não podemos passar a década toda a criticar e ficar no sofá no dia em que somos chamados a decidir", diz André Ventura
O candidato à presidência da República André Ventura apelou este domingo aos portugueses para que votem em massa.
“Independentemente de em quem, saiam de casa e votem. Não podemos passar a década toda a criticar as coisas e depois ficar no sofá no dia em que somos chamados a decidir”, afirmou.
André Ventura realçou que “a democracia ganha quando votamos”.
“Penso que está a haver uma mobilização histórica nos consulados e nas embaixadas de Portugal no mundo inteiro e isso deve ser realçado, porque concidadãos nossos que estão em condições muito mais difíceis, muitas vezes [...] a centenas de quilómetros das urnas de voto”
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“Direito de voto demorou muito a conquistar aos portugueses”, lembra António Filipe
O candidato à presidência da República António Filipe já votou nas eleições deste domingo e realçou que o direito ao voto demorou a ser conquistado em Portugal.
António Filipe apelou ainda aos portugueses que “honrem o direito de voto”
“Acredito que fiz uma campanha honesta, com seriedade, com convicção, procurando estar próximo das pessoas e dos seus problemas, dizendo aquilo que do meu ponto de vista é necessário para o país. Estou de consciência tranquila”, acrescentou.
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“Votar é uma enorme responsabilidade, mas é um direito que deve ser exercido”, diz Catarina Martins
A candidata à presidência da República Catarina Martins pediu a todos os portugueses para votarem nas eleições deste domingo.
“A democracia é uma festa. Poder votar é uma enorme responsabilidade, mas é um direito que deve ser exercido, porque é em conjunto que desenhamos a nossa vida coletiva”, afirmou.
Catarina Martins realçou que este deve ser “um dia de celebração dos direitos de toda a gente para participar na democracia e escolher o futuro de Portugal”.
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Paulo Raimundo sai das urnas “de consciência tranquila”
O secretário-geral do PCP já votou e disse ter saído das urnas “de consciência tranquila”.
“É um dia feliz quando podemos vir votar, depois de tantos anos para garantir esse direito”, afirmou.
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"A democracia ganha quando participamos": André Ventura vota e apela à ida às urnas
O candidato presidencial apoiado pelo Chega, André Ventura, exerceu o direito de voto na Escola Básica do Parque das Nações e apelou aos portugueses à ida às urnas.
"A democracia ganha quando participamos", referiu o líder do Chega.
"Está a haver uma mobilização histórica nos consolados e embaixadas pelo mundo inteiro", referiu ainda o candidato presidencial, que disse esperar que este "sacrifício" por parte das comunidades portuguesas fora do País também leve as pessoas em território nacional a irem até às urnas para se eleger o próximo Presidente da República.
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Miguel Albuquerque defende ser necessário um "Presidente da República que seja um fator de estabilidade"
Miguel Albuquerque vota no Funchal, este domingo, para as eleições presidenciais. "O que nós precisamos é que o Presidente da República seja um fator de estabilidade e consistência", disse o presidente do Governo Regional da Madeira.
"Não podemos ter uma situação de desestabilização e populismos que não leva a lado nenhum", realçou ainda.
Miguel Albuquerque disse que o Governo Regional está preparado para estabelecer relações insitucionais com qualquer eleito, quando questionado sobre uma possível segunda volta sem o candidato que apoia.
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Jorge Pinto exerce direito de voto com "muita tranquilidade" e "sentimento de dever cumprido"
O candidato à Presidência da República já votou e salientou a importância das eleições deste domingo.
“A República e a democracia somos todos nós. Não há quem venha salvar a República se não estivermos todos a querer lutar por ela diariamente”, defendeu.
Jorge Pinto disse acreditar que este domingo a afluência às urnas vai ser maior e considerou positivo haver um elevado número de candidatos.
Destacou ainda a importância destas eleições que surgem num "tempo incerto com grandes desafios nacionais e internacionais".
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"É um dia feliz": Paulo Raimundo já votou em Alhos Vedros
Paulo Raimundo, líder do PCP, já votou para as eleições presidenciais, na manhã deste domingo e destacou a função do Presidente da República de "fazer cumprir a Constituição".
"É um dia feliz", disse Raimundo sobre o dia eleitoral. O líder parlamentar considera que as pessoas "têm de refletir" sobre o "caminho a seguir a partir de dia 19". "Precisamos que no dia 19 tenhamos mais força para cumprir a Constituição", acrescentou.
O líder do PCP agradeceu ainda a todos os colaboradores que estão a trabalhar para que o ato democrático decorra com normalidade.
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Mais de 21% dos eleitores votaram até às 12 horas, uma subida de 4pp face a 2021
A afluência às urnas para a eleição do próximo Presidente da República situava-se, até às 12 horas deste, nos 21,18%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.
Nas últimas eleições presidenciais, em 24 de janeiro de 2021, e à mesma hora, a afluência às urnas foi de 17,07%.
Nas presidenciais de 2021, a taxa de abstenção atingiu os 60,76%.
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“Vivemos um tempo de internacional de grande incerteza que pode criar instabilidade em Portugal
O antigo chefe de Estado e de Governo Aníbal Cavaco Silva já votou nas eleições presidenciais deste domingo e destacou o papel do Presidente da República.
“Sei, por experiência própria, que esta eleição [...] é muito importante para o futuro do país”, afirmou.
Cavaco Silva realçou o contexto internacional “de grande instabilidade, de incertezas e de ameaças, que podem criar muitas dificuldades a Portugal”.
“É um tempo muito incerto, que vai exigir muito ao novo Presidente da República”, concluiu.
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“É normal que uma campanha fosse mais longa”, diz Paulo Rangel
O ministro dos Negócios Estrangeiros já votou para as eleições presidenciais deste domingo e destacou a importância da figura do Presidente da República.
“Seja pelos poderes que tem no plano interno, seja pelo lado de representação externa e de comando das Forças Armadas, a escolha do Presidente da República é fundamental”, acrescentou.
Na visão de Paulo Rangel, “é normal que esta fosse uma campanha mais longa e mais vivida”, pois tem uma maior atenção.
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Marques Mendes diz estar “confiante que abstenção baixe”
O candidato à Presidência da República Luís Marques Mendes já votou e apelou à participação de todos os portugueses nas eleições deste domingo.
“Aquilo que eu desejo e o apelo que eu faria é para uma grande participação nesta eleição”, declarou.
Marques Mendes disse ainda estar confiante de que a abstenção vai diminuir e no bom resultado da sua candidatura.
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“Acredito no bom senso dos portugueses”, diz António José Seguro
Em dia de eleições, o candidato à presidência da República António José Seguro disse acreditar no bom senso dos portugueses.
“Votei com muita emoção e com muita esperança no futuro de Portugal”, garantiu.
António José Seguro disse ainda que acredita que vai haver uma grande afluência às urnas, “porque cada [português] vai querer contribuir e decidir o futuro do país”.
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Cotrim de Figueiredo diz estar otimista e confiante em dia de eleições presidenciais
O candidato à presidência da República João Cotrim de Figueiredo já votou e salientou que hoje é um dia importante para a democracia.
“É um dia em que a democracia se torna viva e que as pessoas escolhem o seu futuro”, acrescentou.
Cotrim de Figueiredo realçou que “aquilo que está em escolha em Portugal é algo importante para as pessoas”.
“O meu estado de espírito é de grande otimismo e confiança”, garantiu.
O candidato a Belém deixou ainda o apelo aos portugueses para votarem.
“Tragam os netos, a família e façam deste dia de eleições uma festa da democracia”, apelou.
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Consulado de Genebra volta a registar forte afluência dos emigrantes portugueses
Neste segundo dia de votações na diáspora, o Consulado de Genebra, na Suíça volta a registar uma forte afluência dos emigrantes portugueses que estão aqui estão recenseados. Desde as 8h00 que há filas para se poder votar.
No sábado os portugueses na Suíça também já puderam votar.
"Temos alguma esperança que o país mude um bocadinho em relação ao passado", afirmou um emigrante português em Genebra.
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Luís Montenegro alerta que próximos anos serão “muito desafiantes”
O primeiro-ministro já votou e alertou que os próximos cinco anos vão ser desafiantes para o futuro Presidente da República.
“Esta é uma eleição altamente disputada, com muitos candidatos e com um interesse acrescido face à [...] imprevisibilidade dos resultados”, considerou.
Luís Montenegro acrescentou que “é natural que possa haver [...] uma grande participação”.
“É uma decisão soberana dos portugueses, que não devem delegar essa possibilidade de escolher o mais alto magistrado da nação”, concluiu.
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Emigrantes não recenseados fora de Portugal não conseguem votar
Em Paris, emigrantes não recenseados fora de Portugal não estão a conseguir votar neste domingo. Estes portugueses tinham de votar em voto antecipado, algo que não estavam cientes.
“Não estou muito contente, porque eu votei para as [eleições] legislativas, vim cá para votar e disseram-me que não posso. Não querem que os emigrantes votem, porque somos considerados portugueses de segunda classe”, relatou um português residente em França.
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“Povo português tem de ter orgulho de ser português”, diz Humberto Correia
O candidato à presidência da República Humberto Correia disse este domingo, em dia de eleições presidenciais, que os portugueses devem ter orgulho na História.
“Faço um apelo ao povo português: sigam sempre o caminho do bem. Esse é o melhor caminho e é o caminho que eu sigo”, apelou.
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"Está tudo a correr dentro da normalidade": Primeira hora calma nas urnas
O Presidente da Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais, José Francisco Pereira Rodeiro, explicou que as mesas já fizeram a contagem dos votos antecipados. "A freguesia tem 35.600 eleitores e os votos antecipados são mais de 2500 no concelho de Coimbra.
"Todas as mesas abriram com o número mínimo de elementos, que são três, mas a maior parte são cinco", acrescentou.
Santo António dos Olvais no, concelho de Coimbra, é uma das maiores freguesias do país e tem sempre muita afluência nas urnas.
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Presidenciais: Assembleias de voto abriram em Portugal Continental e na Madeira
As assembleias de voto para as eleições presidenciais abriram às 8 horas deste domingo em Portugal Continental e na Madeira, encerrando às 19 horas.
Nos Açores, as mesas de voto abrem e encerram uma hora depois em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária.
Mais de 11 milhões de eleitores são chamados a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde.
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Presidenciais: Sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa toma posse dia 9 de março
O escrutínio para eleger o Presidente da República decorre este domingo e a tomada de posse do próximo chefe do Estado acontece dia 9 de março, perante a Assembleia da República, como manda a Constituição de 1976.
O artigo 127.º da Constituição determina que a tomada de posse do Presidente eleito aconteça “no último dia do mandato do Presidente cessante ou, no caso de eleição por vagatura, no oitavo dia subsequente ao dia da publicação dos resultados eleitorais”.
Esse último dia do mandato de cinco anos do atual chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro dia da próxima presidência é 09 de março, a mesma data desde 1986, ano em que Mário Soares tomou posse como o 17.º Presidente da República.
A cerimónia voltará a repetir-se na mesma Assembleia da República onde já cinco Presidentes da República juraram “defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa” de 1976.
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Presidenciais: A maior abstenção de sempre foi há cinco anos em plena pandemia de covid-19
A covid-19 e o recenseamento automático dos portugueses no estrangeiro contribuíram para aumentar a taxa de abstenção em eleições presidenciais, com 60,76% dos eleitores a não votarem em 2021, ano da reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa.
Apenas 39,24% dos eleitores participaram nas últimas eleições presidenciais, realizadas no momento mais grave da propagação da covid-19 em Portugal, com o baixo número de votantes a ser também justificado pelo recenseamento eleitoral automático dos emigrantes com cartão de cidadão válido, que decorreu de uma mudança à lei, feita em 2018.
Nas presidenciais de 2021, dos 1.549.380 inscritos no estrangeiro, apenas 29.153 (1,88%) votaram. A ‘gigante’ taxa de abstenção lá fora, de 98,12%, contrastou com a registada em território nacional, que foi de 54,55%.
Antes, a mais alta taxa de abstenção em eleições presidenciais no pós-25 de Abril era a da reeleição de Aníbal Cavaco Silva, em 2011, quando 53,56% dos eleitores não se dirigiram às urnas.
A primeira eleição de Marcelo Rebelo de Sousa, em 2016, ocupa o último lugar do ‘pódio’ das taxas de abstenção, com 51,34% de abstencionistas.