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Em simultâneo, o Irão prepara o funeral de Ali Khamenei, assassinado há quatro meses.
O professor catedrático José Filipe Pinto analisou no NOW os novos desafios com o aumento significativo das portagens marítimas nos estreitos turcos e as cerimónias fúnebres do líder iraniano.
O agravamento das taxas no Bósforo e nos Dardanelos, comparado aos lucros anuais das pontes Vasco da Gama e 25 de Abril, sublinha o impacto financeiro desta medida e o paralelo que pode ser traçado com o Médio Oriente.
«O Irão irá sempre usar este estreito como uma arma que lhe permite controlar o comércio internacional», alertou o professor durante a análise das futuras opções de Teerão para o Estreito de Ormuz.
Em simultâneo, o Irão prepara o funeral de Ali Khamenei, assassinado há quatro meses.
A cerimónia, próxima do dia de Ashura, atrai atenção global pelo seu forte simbolismo para a comunidade xiita.
O evento exige um complexo dispositivo de segurança e vigilância, dada a possibilidade de infiltração de agentes externos. As restrições à imprensa estrangeira demonstram a extrema cautela do regime nestes dias críticos.