O NOW continua a revelar-lhe dados do perturbador caso em torno da rede sexual de Jeffrey Epstein

| 18 de Fevereiro de 2026 às 12:25
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Jeffrey Epstein

O predador usou o avião privado, um Boing 727, para transportar vítimas de tráfico sexual por todo o mundo. Magnatas como Donald Trump eram presença habitual no avião de Epstein.

Lolita Express foi o nome dado ao avião do predador Jeffrey Epstein. O apelido, com referência ao livro Lolita, de Vladimir Nabokov, que relata uma obsessão de um homem adulto por uma adolescente, serve como uma luva à aeronave.

Isto porque o Boing 727 era utilizado para transportar vitimas de trafico sexual pelo mundo, muitas delas menores. O avião onde tudo se transformava em cama, passou 90 vezes por aeroportos britânicos, muito devido à relação de grande proximidade entre Jeffrey Epstein e da mulher Ghislaine Maxwell com o príncipe André.

O avião terá sido utilizado sobretudo para transportar jovens entre as luxuosas residências de Epstein em Nova Iorque.

O piloto do avião durante mais de 30 anos, Maxwell Paul Visoski, negou ter testemunhado qualquer atividade sexual a bordo, muito menos com menores. No piloto que comandou mais de 1000 voos de Jeffrey Epstein, foi compensado pelo magnata com terreno de 16 hectares no novo México, viu a universidade das filhas ser paga e ainda deixou 8,4 milhões de euros no testamento.

Em 2024, um podcast americano revelou uma entrevista de Jeffrey Epstein onde o financista e predador sexual fala da relação de amizade com Trump e revela mesmo que o agora presidente dos EUA teve relações sexuais com Melania a bordo do Lolita Express.

O jato tinha um interior luxuoso e muito incomum para este tipo de aviões. Com poltronas, sofás forrados, armários espelhados, uma cozinha completa e uma área de jantar separada o avião tinha capacidade para 29 passageiros.

Várias vitimas do trafico sexual e dos crimes da rede de Jeffrey Epstein revelam ter sido abusadas a bordo do avião.