Jeffrey Epstein
O predador usou o avião privado, um Boing 727, para transportar vítimas de tráfico sexual por todo o mundo. Magnatas como Donald Trump eram presença habitual no avião de Epstein.
Lolita Express foi o nome dado ao avião do predador Jeffrey Epstein. O apelido, com referência ao livro Lolita, de Vladimir Nabokov, que relata uma obsessão de um homem adulto por uma adolescente, serve como uma luva à aeronave.
Isto porque o Boing 727 era utilizado para transportar vitimas de trafico sexual pelo mundo, muitas delas menores. O avião onde tudo se transformava em cama, passou 90 vezes por aeroportos britânicos, muito devido à relação de grande proximidade entre Jeffrey Epstein e da mulher Ghislaine Maxwell com o príncipe André.
O avião terá sido utilizado sobretudo para transportar jovens entre as luxuosas residências de Epstein em Nova Iorque.
O piloto do avião durante mais de 30 anos, Maxwell Paul Visoski, negou ter testemunhado qualquer atividade sexual a bordo, muito menos com menores. No piloto que comandou mais de 1000 voos de Jeffrey Epstein, foi compensado pelo magnata com terreno de 16 hectares no novo México, viu a universidade das filhas ser paga e ainda deixou 8,4 milhões de euros no testamento.
Em 2024, um podcast americano revelou uma entrevista de Jeffrey Epstein onde o financista e predador sexual fala da relação de amizade com Trump e revela mesmo que o agora presidente dos EUA teve relações sexuais com Melania a bordo do Lolita Express.
O jato tinha um interior luxuoso e muito incomum para este tipo de aviões. Com poltronas, sofás forrados, armários espelhados, uma cozinha completa e uma área de jantar separada o avião tinha capacidade para 29 passageiros.
Várias vitimas do trafico sexual e dos crimes da rede de Jeffrey Epstein revelam ter sido abusadas a bordo do avião.