Mais de 1400 palestinianos foram mortos em Gaza desde a entrada em vigor do cessar-fogo, incluindo pelo menos 327 crianças.
Mais de 100 organizações não governamentais (ONG) acusaram esta sexta-feira Israel de continuar a matar e ferir palestinianos diariamente e de manter restrições que impedem a recuperação de Gaza, onde o cessar-fogo "existe apenas no nome".
Num comunicado conjunto, as ONG alertam que "os assassínios e as privações em Gaza não devem ser normalizados sob o pretexto de um acordo de cessar-fogo", acordados em outubro, sustentando que a população continua a enfrentar condições humanitárias extremas.
Segundo as signatárias, mais de 1.400 palestinianos foram mortos em Gaza desde a entrada em vigor do cessar-fogo, incluindo pelo menos 327 crianças, na sequência de ataques, tiroteios e operações militares israelitas.