Contactado pelo NOW, Pedro Marinho Falcão, advogado de Manuel Serrão, mostrou-se satisfeito com a decisão.
O Tribunal Central de Instrução Criminal recusou, esta quarta-feira, agravar as medidas de coação de Manuel Serrão e manteve o empresário apenas com Termo de Identidade e Residência (TIR), apurou o Correio da Manhã, junto de fonte judicial. O mesmo aconteceu com os outros dois arguidos. Serrão é suspeito de ter tido acesso, de forma fraudulenta, a mais de 40 milhões de euros em fundos europeus.
A investigação da ‘Operação Maestro’ sustenta que Serrão seria o líder de esquema que usava faturas falsas e até negócios simulados. O Ministério Público pediu que fossem revistas as medidas de coação aos três arguidos.
O empresário foi constituído arguido em maio na "Operação Maestro" por suspeitas de fraude na obtenção de fundos europeus e estava sujeito à medida de coação menos gravosa e que decorre da constituição de Manuel Serrão como arguido.
Contactado pelo NOW, Pedro Marinho Falcão, advogado de Manuel Serrão, mostrou-se satisfeito com a decisão: “O MP pediu proibição de contactos, proibição de exercício de funções, proibição de aceder a fundos comunitários e uma caução de 500 mil euros. Nada disto foi aceite. É a primeira derrota do MP neste processo”.