Os jogadores que "ficam melhores" com Jesus, o ponto de rebuçado e a mágoa com a saída do FC Porto: o que disse Fábio Silva

Record | 22 de Setembro de 2026 às 20:24
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Os jogadores que "ficam melhores" com Jesus, o ponto de rebuçado e a mágoa com a saída do FC Porto: o que disse Fábio Silva

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Avançado está de regresso à Seleção Nacional e explicou o que espera

Fábio Silva foi o primeiro jogador escolhido para falar aos jornalistas na 'era Jorge Jesus'. O avançado do Borussia Dortmund destacou o quão especial é regressar à Seleção Nacional, mostrou-se entusiasmado por trabalhar às ordens do novo selecionador e também confessou que mantém a esperança de, um dia, regressar ao 'seu' FC Porto.

Muito feliz por estar aqui. Sou um avançado com coisas muito diferentes. Não sou muito fixo, gosto de me dar muito à marcação. Posso recuar no campo para fazer ligações, passar por outro tipo de posições mais na frente. Acho que sou um jogador que pode pedir no pé, na profundidade. Por onde passei deu me essas cracterísticas. No que é o jogo posso dar várias coisas ao que o míster quer.

Não olho asism. Passei por todos os escalões da formação na seleção, tentei fazer sempre o meu melhor. Fui importante nos outros escalões, é importante ter essa base. Fiz o meu melhor para chegar o mais cedo possível à seleção principal. Estou aqui agora, estou feliz. A idade é só uma questão de número, vamos sempre a tempo. Vou aproveitar, aprender e mostrar ao míster que quero estar aqui mais vezes e quero ser importante nesta equipa.

É mais um prazer para mim e aprender com ele. É um ídolo, a pessoa em que sempre me inspirei, sempre quis ter estes momentos com ele, estar nos treinos, nos jogos. Graças a Deus consegui ter este tempo. Tento aprender com ele, saber o que posso melhorar. É nisso que me vou focar. Obviamente toda a gente sabe o valor dele, estou aqui para aprender com ele e é um orgulho para mim.

Tem sido muito bom. O míster dispensa apresentações. Sou dos poucos que não teve oportunidade de trabalhar com ele, mas sempre acompanhei o trabalho. Sei como os jogadores ficam melhores com ele. Sou mais um para ficar melhor. Acho que posso aprender grandes coisas. Míster vai-me passar aquilo em que posso ser importante. Vou tentar armazenar, aprender que, é muito importante. E depois é executar.

Não só na minha posição mas em todos os setores a qualidade é extremamente vincada. Quem está aqui sabe o peso que é representar o país. Temos um plantel muito bom, que dá dores de cabeça ao míster. Sinto-me privilegiado por ter jogadores desse calibre na minha posição. Estou aqui para aprender, ouvir muito e ajudar com as minhas características. É isso que vou fazer com os minutos que o míster me der.

Nunca tinha trabalhado com o míster Jesus. Acompanhei sempre e toda a gente sabe os grandes feitos que fez. Quero aprender muito. Os jogadores quando passam pelas mãos do míster melhoram sempre e fazer grandes coisas. Vai acontecer comigo, vou ficar mais completo.

Sim, obviamente fui ver o jogo, fui ver o meu clube. Toda a gente sabe que sou portista, que acompanho muito. O futuro nunca se sabe. Mas como já disse muitas vezes, é uma mágoa que tenho na minha carreira, a forma precipitada como saí do FC Porto. Um dia quem sabe, se as coisas se proporcionarem, gostava de voltar.

Acho que tudo faz sempre diferença. Quando saí nessa altura não estava tão bem preparado, ainda para mais indo para a Peemier League, que tem um nível de exigência muito grande. Obriga-te a estar sempre bem e se não, criticam. Os sítios por onde passei deram muita maturidade. Sinto-me muito completo, obviamente ainda não me sinto em ponto de rebuçado. Ainda tenho muita coisa para espremer, para melhorar. Mas a idade vai-me dando isso, os anos no futebol, os jogos. Sinto-me cada vez melhor, mais feliz, mais preparado, e isso é o que conta.

Não preciso de falar nada com eles. Conhecemo-nos desde os sub-21, joguei com o Francisco na formação do FC Porto, com o Neto no Wolves. Neste nível nem é preciso falar muito, entendemo-nos só com um simples olhar.

Tem-me benficiado jogar no Dortmund com o Guirassy, mais experiente. Eu faço mais esse trabalho de baixar e ter bola, ele arrasta mais os centrais. Deixa-me um papel mais livre, de que gosto. A tática com que o míster joga vai ao encontro daquilo que gosto e me sinto mais à vontade na minha posição. A tática é mais ou menos parecida e posso tirar grandes coisas daqui para o clube e do clube para a seleção.