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Lutam por melhores condições na carreira e aumentos salariais.
As aulas do colégio privado Manuel Bernardes foram fora das salas. Esta quinta-feira os professores estiveram em luta e em causa está principalmente a igualdade de direitos.
Segundo estes professores, a saída forçada de vários profissionais competentes e de referência e a contratação de licenciados não profissionalizados estão no centro do problema.
Afirmam que a alegada má gestão desta questão causa instabilidade, o que tem consequências diretas na qualidade do ensino, até porque existe uma constante mudança de professores, que afeta os alunos.
Deixam claro que o objetivo desta greve não foi lutar contra ninguém, foi lutar a favor da melhoria de condições laborais e salariais.
Segundo André Pestana, coordenador do sindicato de todos os profissionais da educação, a decisão dos professores de avançar com esta greve depois de não terem tido resposta às suas reivindicações é prova de que a greve é um direito constitucional, seja no público ou no privado.
Os professores deste colégio deixaram claro que a direção nada fez para evitar a greve e que a luta deverá continuar.