«Pacto de não agressão é uma saída airosa» no processo entre Benfica e José Mourinho

Rita Carmona Direito | 09 de Junho de 2026 às 12:56
A carregar o vídeo ...

NOW

Adicione como fonte preferencial no Google

Num segundo momento, o foco recai sobre as imagens polémicas da seleção do Uzbequistão, adversária de Portugal, a ser alvo de revistas rigorosas com detetores de metais e cães pisteiros à entrada de um estádio nos Estados Unidos, antes de um jogo particular frente aos Países Baixos.

Gonçalo Monteiro falou no NOW sobre o iminente anúncio de José Mourinho como treinador do Real Madrid e o pacto de não agressão estabelecido com o Sport Lisboa e Benfica, mediado por Jorge Mendes.

Destaca-se que a ausência de declarações oficiais por parte de Rui Costa, presidente do clube encarnado, tem gerado confusão, sendo imperativo que o dirigente preste esclarecimentos aos adeptos para encerrar este capítulo antes de apresentar Marco Silva como novo técnico.

«Não são os quinze milhões que vêm resolver o dano reputacional, criado dessa imagem, que é andar a reboque de terceiros», sublinhou, enfatizando que a prioridade deve ser a defesa da instituição.

Num segundo momento, o foco recai sobre as imagens polémicas da seleção do Uzbequistão, adversária de Portugal, a ser alvo de revistas rigorosas com detetores de metais e cães pisteiros à entrada de um estádio nos Estados Unidos, antes de um jogo particular frente aos Países Baixos.

A situação levanta questões sobre os protocolos de segurança para o Mundial de 2026, considerando-se a abordagem deselegante, a menos que exista uma justificação de segurança específica ou que o mesmo procedimento seja aplicado a todas as comitivas de forma igualitária.