Paulo Rangel defende que Portugal "não acompanhou nem subscreveu" guerra no Irão
Ministro dos Negócios Estrangeiros está em Paris para um encontro com o homólogo francês, Jean-Noel Barrot, que esteve no Líbano durante a manhã.
O ministro dos Negócios Estrangeiros garantiu esta sexta-feira que a posição de Portugal em relação à guerra no Médio Oriente é "claríssima", no sentido em que "não acompanhou nem subscreveu" o conflito, iniciado pelos Estados Unidos e Israel.
"Não compete efetivamente fazer análises sobre essa questão. Aqui o que nós estamos a dizer é [que não estamos] nem do lado certo nem do lado errado. É cumprir aquilo que nos compete e é isso que Portugal tem feito. E sinceramente acho que tem feito bem", disse Paulo Rangel, em declarações aos jornalistas.
O ministro afirmou que Portugal estará "juntamente com a União Europeia" em "tudo o que sejam relações diplomáticas e negociações" que levem à reabertura do estreito de Ormuz.
O ministro dos Negócios Estrangeiros está em Paris para um encontro com o homólogo francês, Jean-Noel Barrot, que esteve no Líbano durante a manhã.
"Eu tenho falado com todos os meus homólogos da região, sem exceção com alguns até já mais que uma vez e às vezes mais que duas e três, por diferentes razões, mas também para acompanhar a situação. E evidentemente que também temos falado com a França e com o Reino Unido", afirmou Paulo Rangel.