Margarida Botelho
Margarida Botelho disse que as pensões de reforma mantêm-se "desvalorizadas" e em "valores muito baixos".
O Partido Comunista Português (PCP) acusou o Governo de limitar salários perante o novo aumento de preços que arranca este ano, nesta sexta-feira.
A dirigente comunista Margarida Botelho exigiu o aumento dos salários e das pensões, afirmando que o Governo procura justificar o aumento de preços com o aumento de custos de produção para "esconder a continua e crescente acumulação de lucros".
Margarida Botelho disse que as pensões de reforma mantêm-se "desvalorizadas" e em "valores muito baixos".
A dirigente defendeu que neste novo ano é preciso uma nova política, focada num "verdadeiro choque salarial", sugerindo um aumento salarial mínimo para os 1000 euros.
"É necessária a melhoria efetiva das reformas e das pensões em pelo menos 5%, com um aumento mínimo de 70 euros por pensionista", concluiu Margarida Botelho.