O presidente da FPF destacou ainda a final da Taça da Liga, “uma competição que ganhou corpo próprio e que esta quinta-feira tem o espaço de mérito no calendário desportivo” com a final a disputar-se este sábado entre o Sporting de Braga e o Vitória de Guimarães, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, assumiu esta quinta-feira que Portugal é candidato a vencer o Mundial2026 de futebol, a disputar entre 11 de junho e 19 de julho, nos Estados Unidos, Canadá e México.
“Hoje é verdade. O futebol português vive uma realidade distinta, diferenciada, e aportamos connosco esta ambição. Com responsabilidade assumimos que obviamente, queremos muito, vamos ser candidatos a ganhar o campeonato do mundo, assumimo-lo sem qualquer tipo de preconceito”, afirmou Pedro Proença, após uma cerimónia na Câmara Municipal de Viseu.
No final da primeira reunião descentralizada da FPF e da inauguração de uma exposição itinerante dos troféus conquistados em 2025, o líder da FPF assumiu: “Com este conjunto de jogadores, com esta estrutura profissional que esta quinta-feira a FPF tem, o trabalho feito pelos clubes, toda esta comunidade do futebol a alimentar o futebol português. Temos que assumir, queremos ganhar o campeonato do mundo”.
Com o Campeonato Europeu de futsal a iniciar-se este mês na Letónia, Lituânia e Eslovénia, Pedro Proença realçou também que tem expectativas “em todas as vertentes em que Portugal entra, entra para ganhar”, e lembrou que 2025 “ficou marcado de forma histórica” com o país a “ganhar em todas as vertentes” do futebol.
Segundo o líder federativo, os resultados surgem porque "hoje há um trabalho estruturado” que passa pelo movimento associativo, pelo trabalho da Liga e dos clubes do futebol profissional, ou seja, “há uma simbiose” na modalidade desportiva.
“Obviamente, aqui e acolá, com divergências de pensamento, mas há uma união naquilo que é fundamental, que é aquilo que é o futebol português mais positivo”, defendeu.
O presidente da FPF realçou ainda a “mudança de mentalidade, de mentalidade ganhadora", e acrescentou: "Se fosse no futebol profissional, dir-se-ia que é mentalidade de clube grande. Aqui é também mentalidade de uma federação grande, que se quer impor”.
“Os ativos que nós hoje temos, a capacidade que hoje temos de nos mobilizar, o profissionalismo empregue pelos clubes, o movimento associativo, ligas profissionais dão à FPF hoje uma capacidade e uma estrutura de responder de forma muito afirmativa. Mente de que vamos estar nos Estados Unidos para poder ganhar”, reforçou.
O presidente da FPF destacou ainda a final da Taça da Liga, “uma competição que ganhou corpo próprio e que esta quinta-feira tem o espaço de mérito no calendário desportivo” com a final a disputar-se este sábado entre o Sporting de Braga e o Vitória de Guimarães, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.