Pedro Santana Lopes defende que excesso de previsão meteorológica leva a desvalorização dos alertas
Por outro lado, o autarca defendeu que porque “o país é tão desequilibrado no território, [...] nunca vão acabar os incêndios nem estes abandonos”.
O presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, esteve no programa Informação Privilegiada, no NOW, na noite desta segunda-feira, e falou sobre a tempestade Kristin, que causou estragos por Portugal continental.
O autarca começou por salientar que não quer contribuir para “fazer mal ao Governo”.
“Faço um balanço de factos”, garantiu.
Pedro Santana Lopes explicou que o Governo fez uma conferência de imprensa onde disse estar em contacto com as autarquias afetadas, mas afirmou que, como presidente da Câmara da Figueira da Foz, não foi contactado.
“Se estivesse um primeiro-ministro comunista, de extrema-direita ou socialista, eu teria dito a mesma coisa. Não deixo de dizer por ser social-democrata ou apoiante, em tese geral, da ação do Governo”, explicou.
Pedro Santana Lopes realçou que estão constantemente a ser emitidos alertas por parte da “extraordinária Proteção Civil" e que “às tantas valorizamos de menos”.
Por outro lado, defendeu que porque “o país é tão desequilibrado no território, [...] nunca vão acabar os incêndios nem estes abandonos”.