Perícias revelam que não há ADN de Mateus Marley na faca utilizada para matar ‘Manu’
O documento diz que o mais provável é que a faca tenha sido limpa após o crime.
Foi uma prova surpresa, apresentada no último dia de julgamento antes das alegações finais. A defesa de Mateus Marley Machado, acusado de esfaquear mortalmente Manuel Gonçalves à porta do bar académico de Braga, diz que o novo relatório mostra que as perícias anteriores apresentam falhas e que não foi encontrado ADN do arguido na faca usada no crime.
A advogada do arguido, Marta Bessa Rodrigues, justifica a nova perícia com a necessidade de esclarecer dúvidas deixadas pela investigação.
A perícia responde a uma série de quesitos colocados pela defesa do brasileiro de 27 anos, que está em prisão preventiva, quesitos que a procuradora do Ministério Público considerou subjetivos e sem rigor, sublinhando que se trata de prova tendenciosa.
O documento diz que o mais provável é que a faca tenha sido limpa após o crime.
Manuel Gonçalves, de apenas 19 anos, foi assassinado a 12 de abril do ano passado, com três facadas. Uma testemunha ouvida na sessão desta quarta-feira, a partir do Rio de Janeiro, confirmou ter visto, à sua frente, Mateus Marley Machado assassinar Manu.