PJ aponta Fernando Valente como único suspeito do homicídio da grávida da Murtosa

| 13 de Maio de 2026 às 15:52
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Mónica Silva

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O empresário pode mesmo voltar a sentar-se no banco dos réus para um segundo julgamento.

O empresário Fernando Valente foi absolvido do homicídio da grávida da Murtosa devido à ausência de provas diretas. Agora, pode mesmo arriscar um segundo julgamento pela morte de Mónica Silva.

O juíz Pedro Afonso Lucas determinou a data de 11 de junho para o veredicto.

Fernando Valente pode voltar a sentar-se no banco dos réus caso os juizes do Tribunal da Relação do Porto optem pela repetição do julgamento. O magistrado negou ainda uma audiência requerida pelo empresário que pretendia debater um dos recursos.  O pedido foi indeferido por não ter condições legais.

O Ministério Público do tribunal de Aveiro e o advogado da família de Mónica Silva defendem que a decisão de absolvição seja revertida em condenação a 25 anos de prisão.

Em resposta a estes recursos, a procuradora geral adjunta refere que o julgmento deve ter, na sua composição, novos juizes e jurados.

De acordo com a magistrada, o Tribunal de Aveiro não assegurou uma análise imparcial e exaustiva da prova, favorecendo objetivamente a posição de Fernando Valente. Afirma ainda que, ao exigir uma prova direta, o tribunal de Aveiro compromete a realização da justiça.