Penalva do Castelo
Os quadros estão avaliados em milhões de euros. Há suspeitas que o alegado dono das pinturas podia fazer parte de uma rede criminosa internacional.
Um conjunto de buscas, domiciliárias e não domiciliárias, incluídas na numa mega operação da PJ, levaram à apreensão de quase três centenas obras de arte, alegadamente pertencentes a um cidadão norte-americano, falecido há dois anos.
As mesmas encontravam-se na posse de um antigo funcionário, o mordomo.
As obras de arte de autores como Picasso e Miró, estão avaliadas em milhões de euros. O caso aconteceu em Penalva do Castelo, no distrito de Viseu
O suspeito, sem antecedentes criminais, vivia numa casa próxima do alegado colecionador norte-americano.
Os investigadores suspeitam que o alegado dono das obras de arte podia fazer parte de uma rede criminosa.
Entre as peças de arte apreendidas, além das pinturas, também estão litografias, serigrafias, esculturas e diversos artefactos arqueológicos.
As investigações ainda estão em curso para se apurar a proveniência das obras de arte e eventuais responsabilidades legais.