PJ investiga incêndio
O processo de insolvência da empresa decorre há mais de uma década e tem tido vários episódios de conflitos entre os herdeiros.
Milhares de documentos, computadores, cofres e equipamentos de escritório que estavam há vários meses amontoados nas instalações da falida empresa Arlindo Correia e Filhos, em Celeirós, Braga, foram destruídos por um incêndio que está a ser investigado pela Polícia Judiciária.
A investigação tenta perceber de que forma deflagrou o incêndio, ao final da tarde de terça-feira, já que o antigo estaleiro está desmantelado e sem energia elétrica, afastando, desde logo, a hipótese de o fogo ter tido origem acidental.
O atual responsável da empresa, Filipe Correia, disse ao NOW não ter dúvidas de que o incêndio teve mão criminosa e sublinha que os documentos ali amontoados em junho são essenciais para o processo de insolvência ainda em curso.
O fogo deflagrou pelas sete horas da tarde de sexta-feira e os Bombeiros Sapadores de Braga foram mobilizados 20 minutos depois. Estiveram a combater o incêndio durante quatro horas.
O processo de insolvência da empresa de construção civil decorre há mais de uma década e tem tido vários episódios de conflitos entre os herdeiros.