População da Ereira depende da ajuda dos fuzileiros para entrar e sair da aldeia
A povoação está isolada há praticamente duas semanas. O acesso rodoviário desapareceu sob a subida do Mondego e Ereira transformou-se numa verdadeira ilha, onde a travessia já não se faz por estrada, mas por botes, lanchas e barcos.
O NOW acompanhou as operações levadas a cabo na Ereira, em Montemor-o-Velho. A população depende da ajuda dos fuzileiros para realizarem as travessias através de meios atípicos.
A povoação está isolada há praticamente duas semanas. O acesso rodoviário desapareceu sob a subida do Mondego e Ereira transformou-se numa verdadeira ilha, onde a travessia já não se faz por estrada, mas por botes, lanchas e barcos.
As ruas viraram autênticos rios, as casas foram cercadas pela água e quanto à comunidade, essa resiste dia após dia.
Apesar do isolamento, os cerca de 600 habitantes começaram a recuperar alguma rotina. No entanto, sair ou entrar na aldeia continua a depender da ajuda dos operacionais que asseguram a travessia diária.
Entre os operacionais que estão no terreno, a equipa de reportagem acompanhou os fuzileiros da Marinha Portuguesa que mantêm a assistência permanente à população. Garantem o transporte, os medicamentos e outros bens a quem permanece nesta ilha improvisada.