Presidente da Câmara de Oeiras diz que cratera no Passeio Marítimo de Algés “podia ter sido evitada”

Inês Simões Gonçalves | 13 de Fevereiro de 2026 às 18:38
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Presidente da Câmara de Oeiras diz que cratera no Passeio Marítimo de Algés “podia ter sido evitada”

O autarca explicou que os comboios tiveram de ser reduzidos, porque um lado da linha precisou de ser desativada, devido ao risco de poder colapsar.

O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, recorreu às redes sociais para lançar críticas ao Porto de Lisboa, à Agência Portuguesa do Ambiente, à Comboios de Portugal (CP) e às Infraestruturas de Portugal. Em causa está a cratera do Passeio Marítimo de Algés que condicionou a circulação férrea na zona. 

“Podia ter sido evitado esta cratera [...] no Passeio Marítimo de Algés, mesmo no caminho de ferro”, defendeu. 

O autarca explicou que os comboios tiveram de ser reduzidos, porque um lado da linha precisou de ser desativada, devido ao risco de poder colapsar. 

“Durante dez anos nem Porto de Lisboa, nem Agência Portuguesa do Ambiente, nem CP nem Infraestruturas de Portugal fizeram o que quer que seja. Pelo contrário, impediram que a Câmara Municipal fizesse”, acusou. 

Isaltino Morais acrescentou que agora, depois dos danos causados pelo mau tempo, as Infraestruturas de Portugal e a CP “pedem à Câmara Municipal para fazer esta obra de consolidação”. 

“Todos os anos esta erosão se verifica. Porquê não resolver este problema de vez?”, questionou.