Primeiro-ministro, Luís Montenegro
Elementos do Movimento Armilar Lusitano (MAL), acusados esta quinta-feira pelo Ministério Público de criarem um grupo terrorista neonazi, chegaram a equacionar um atentado a Luís Montenegro.
O primeiro-ministro soube através da comunicação social que o Movimento Armilar Lusitano chegou a equacionar um atentado contra ele. Luís Montenegro lamentou não ter sido informado pelas autoridades sobre a ameaça.
“Lamento profundamente que uma questão que coloca em causa a segurança de um cidadão, neste caso do primeiro-ministro e da sua família, mas que podia ser aplicável a qualquer português, não tenha sido partilhada com os próprios”, afirmou.
O chefe do Governo disse ser “extremamente delicado” que a família tivesse tomado conhecimento da notícia “de forma igualmente surpreendente” e sem conseguir falar com o primeiro-ministro.
Recorde-se que elementos do Movimento Armilar Lusitano (MAL), acusados esta quinta-feira pelo Ministério Público de criarem um grupo terrorista neonazi, chegaram a equacionar um atentado a Luís Montenegro.
O grupo terá feito um levantamento prévio da morada e rotinas do primeiro-ministro, equacionando a possibilidade de realizar um atentado ou de lançar uma granada para o interior da sua casa.
Também Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa, Cavaco Silva, Francisco Pinto Balsemão, Rui Tavares, Ricardo Sá Fernandes, Mariana Mortágua, Miguel Sousa Tavares, Ricardo Araújo Pereira, entre outros.