Martim Moniz
A operação aconteceu devido à existência de inúmeras denúncias e participações, como adiantou a PSP, que também revelou que, depois de uma análise, era à quinta-feira quando ocorriam mais incidentes.
As explicações duraram 20 minutos, a preparação da operação dois meses e o resultado foi de dois detidos portugueses que ficaram em prisão preventiva.
A Polícia de Segurança Pública marcou para esta sexta-feira uma conferência de imprensa para esclarecer a operação policial que decorreu no Martim Moniz, em Lisboa, depois de ter sido alvo de diversas críticas, especialmente pelos partidos da oposição do Governo.
O superintendente Luís Elias afirma que a operação decorreu na sequência de ocorrências graves, relembrou ainda que no dia 31 de maio aconteceu um homicídio com recurso a arma branca e que também neste fim-de-semana foram registados mais incidentes.
A operação policial resultou ainda na apreensão de cerca de quatro mil euros em dinheiro, sete bastões, documentos, uma arma branca, um telemóvel e artigos contrafeitos.
Já sobre as dezenas de revistas que aconteceram na rua, a PSP esclarece que foram feitas a cidadãos que se encontravam no local apenas para garantir segurança e integridade física não só para os agentes envolvidos como de todos os intervenientes. Diz trata-se de um procedimento de segurança.