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Germano Almeida abordou o impacto dos recentes ataques no Médio Oriente sobre as infraestruturas energéticas, sublinhando que o Qatar perdeu dezassete por cento da capacidade de produção de gás natural liquefeito e que a recuperação total pode demorar cinco anos. O analista refere que 'o Qatar é, para muitos países europeus, o principal fornecedor de GNL' e que a retaliação iraniana a instalações em Ras Laffan tem consequências de longo prazo para o abastecimento energético europeu.