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O diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Armando Esteves Pereira, criticou o sistema de pensões do Banco de Portugal, classificando-o como um 'offshore legal' que beneficia certas figuras com reformas milionárias. A discussão centrou-se na reforma de Mário Centeno, de 59 anos, que poderá não cumprir os requisitos legais de 35 anos de descontos. Sublinhou que «há dezenas de grandes e ilustres figuras desta República que estão com reformas milionárias do Banco de Portugal, que acumulam com outras reformas». Realça que no Banco de Portugal, ao contrário da Caixa-Geral de Depósitos, as reformas não são publicadas em Diário da República, mantendo-se em segredo.