Se Luís Montenegro sair do Governo a esmagadora maioria dos inquiridos de uma sondagem da Intercampus considera que o país deve ir para eleições antecipadas

| 11 de Março de 2025 às 19:33
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Intercampus

A mais recente sondagem da Intercampus para o Negócios, Correio da Manhã e CMTV, diz que 45,2% dos participantes neste inquérito consideram muito grave o facto de o primeiro-ministro ter uma empresa que continua a ter negócios com privados.

Na mais recente sondagem da Intercampus para o Negócios, Correio da Manhã e CMTV, 45,2% dos participantes neste inquérito consideram muito grave o facto de o primeiro-ministro ter uma empresa que continua a ter negócios com privados. Se Luís Montenegro sair do Governo, a esmagadora maioria dos inquiridos considera que o país deve ir para eleições antecipadas.

Mas afinal o que pensam os portugueses sobre a influência do primeiro-ministro na empresa familiar, agora detida pelos dois filhos.

Segundo o último barómetro da Intercampus para o Negócios, Correio da Manhã e CMTV, 45,2% dos inquiridos consideram muito grave o facto de o primeiro-ministro ter uma empresa que continua a ter negócios com privados e 31,8% entendem ser pouco grave.

Luís Montenegro garante que não tinha nada que ver com a gestão da empresa, totalmente entregue à mulher e aos dois filhos, mas nesta sondagem, a esmagadora da maioria não acredita nas palavras do primeiro-ministro. 71,3% responderam que não acredita e 17,9% dos inquiridos acredita que o primeiro-ministro não tivesse nenhuma influência na empresa. 

Já questionados sobre se o primeiro-ministro deve sair ou manter-se no cargo, os portugueses estão divididos.

44,4% entendem que deveria sair, enquanto que 41% dos entrevistados consideram que luís montenegro deveria ficar.

Na possibilidade de Luís Montenegro sair, 59,7% consideram que o país deve ir para eleições antecipadas, enquanto que 29% dos inquiridos entendem que deve haver um novo Governo da coligação entre o PSD e o CDS-PP.

A recolha de dados aconteceu entre os dias 4 e 10 de março, em plena crise política.