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Sobre a escalada do conflito no Médio Oriente e as tensões no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho, sublinhou que a opção negocial continua ativa, embora a via militar e as disrupções no comércio internacional permaneçam como sérias ameaças à economia global.
José Francisco Pavia, professor de Relações Internacionais, esteve no NOW para analisar o aumento dos incidentes no espaço aéreo da NATO envolvendo drones e mísseis nos países Bálticos, na Polónia e na Roménia.
O especialista explicou que estes episódios resultam frequentemente de ações de guerra eletrónica ou do abate de drones ucranianos e russos cujos estilhaços caem em territórios vizinhos, sublinhando que «temos que, de alguma maneira, adaptar a nova guerra e as defesas àquilo que é a realidade do terreno».
José Francisco Pavia abordou ainda a eficácia dos ataques cirúrgicos da Ucrânia contra infraestruturas energéticas e refinarias petrolíferas russas, que visam afetar diretamente as receitas do Estado russo com hidrocarbonetos.
O analista comentou a diplomacia dos Estados Unidos sob Donald Trump e os encontros bilaterais com Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin, salientando uma inflexão no posicionamento norte-americano.
Por fim, sobre a escalada do conflito no Médio Oriente e as tensões no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho, sublinhou que a opção negocial continua ativa, embora a via militar e as disrupções no comércio internacional permaneçam como sérias ameaças à economia global.