Portugal
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil não tem registo de feridos nem de desalojados.
Das rajadas de vento aos aguaceiros intensos, a tempestade Hermínia não está a dar tréguas em Portugal e a Proteção Civil já registou mais de 400 ocorrências esta segunda-feira.
Na aldeia de Cabouco, em Coimbra, o aumento do caudal do rio Ceira causou inundações e a água chegou a algumas habitações, deixando as ruas intransitáveis.
Em Maia, distrito do Porto, a situação é semelhante. O caudal do rio Lessa também aumentou com a queda da chuva, no entanto, ainda não galgou as margens nem afetou habitações.
No mesmo distrito, em Vila do Conde, o vento forte conseguiu arrancar partes do telhado de uma casa, que voaram e causaram danos a dois carros estacionados na zona.
Os cinco moradores desta região foram obrigados a viver com familiares até os estragos serem arranjados.
Em Cifães uma árvore de grande porte caiu na via, provocando o corte da Estrada Nacional 22, enquanto as autoridades removiam os destroços.
Em Valença, Viana do Castelo, uma árvore em risco de queda obrigou ao encerramento preventivo de uma escola primária, esta segunda-feira. As autoridades estiveram no local para repor a segurança neste edifício.
Mais a sul, em Sesimbra, o vento causou a queda de uma outra árvore, que acabou por cair em cima de dois carros, destruindo as viaturas.
Mais de 1600 operacionais para terreno, auxiliados de 630 meios terrestres, foram enviados para ocorrências esta segunda-feira.
Em Coimbra, a Área Metropolitana do Porte a sub-região de Viseu Dão Lafões têm sido as mais afetadas pelo mau tempo.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil não tem registo de feridos nem de desalojados.