Informação Privilegiada
Joana Mortágua, Rita Matias e Aline Hall de Beuvink estiveram no programa Informação Privilegiada no NOW.
Joana Mortágua, Rita Matias e Aline Hall de Beuvink estiveram no programa Informação Privilegiada no NOW na noite desta quinta-feira e falaram sobre o momento que marcou o debate do Estado da Nação: a troca de acusações entre José Luís Carneiro e André Ventura.
Rita Matias começou por afirmar que não sente a missão de defender a posturas do Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, embora este tenha contado com o seu voto.
"Tem sido bastante isento e tão depressa chama à razão o Chega como o Partido Socialista. Neste caso teve bom senso, porque aquilo que André Ventura disse foi que a liderança de José Luís Carneiro consegue ser mais frouxa que a anterior. Dizer que Ventura é fanfarrão já é um ataque ao carácter", defendeu a deputada.
Por sua vez, Joana Mortágua afirmou que Aguiar-Branco "está a ser vítima da sua própria tese sobre a condução dos trabalhos e da sua própria interpretação sobre a liberdade de expressão".
Joana Mortágua acrescenta ainda que já existiram situações bem piores e mais graves no Parlamento e que aquilo que na tarde desta quinta-feira foi proferido "não foram insultos, nem motivo para o Presidente da Assembleia da República chamar à atenção do que quer que seja".
Aline Hall de Beuvink defende que talvez o ambiente não tivesse ficado tão acesso se tivessem sido utilizados outro tipo de adjetivos, como "tíbio, ou vaníloquo". Acaba por ironizar e afirmar que os deputados "deviam ter um dicionário de bom português".