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Pedro Proença classificou o episódio como «micromobilidade em contramão, mas macrocriminalidade rodoviária», alertando para o risco de um acidente rodoviário de massa com proporções catastróficas.
O advogado Pedro Proença e a psicóloga clínica Joana Amaral Dias estiveram no NOW esta quinta-feira para analisar a identificação, por parte da PSP, do condutor de uma trotinete que circulou em contramão na Ponte 25 de Abril sob o efeito do álcool.
Pedro Proença classificou o episódio como «micromobilidade em contramão, mas macrocriminalidade rodoviária», alertando para o risco de um acidente rodoviário de massa com proporções catastróficas.
O advogado recordou um caso de 2023 em que outro condutor recebeu apenas uma multa de 120 euros, defendendo mão pesada da Justiça, uma pena mínima de três anos de prisão e a inibição de conduzir. Pedro Proença defendeu ainda o reforço da fiscalização, a monitorização dos acessos e a identificação obrigatória destes veículos.
Por sua vez, Joana Amaral Dias questionou «quando é que finalmente em Portugal se proíbem as trotinetes» ou se aplicam regulações fortes, à semelhança do que acontece noutras cidades europeias.
A psicóloga salientou o impacto na segurança de peões e crianças, apresentando dados clínicos sobre o elevado risco de traumatismo cranioencefálico e lesões vasculares resultante deste tipo de transporte.