Ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho
A governante garantiu que “o Governo de Portugal tem um elevadíssimo sentido institucional e, portanto, em caso algum poderia trocar qualquer reforma que fosse pelo hipotecar das pensões dos portugueses”.
A ministra do Trabalho considerou esta sexta-feira que o chumbo da reforma laboral no parlamento é uma "derrota para o país". Ainda assim, Maria do Rosário Palma Ramalho recusa demitir-se.
“Esgotámos ao máximo o que havia a fazer na concertação social. Este processo não foi assinado na concertação social por razões exclusivamente políticas”, defendeu.
A governante garantiu que “o Governo de Portugal tem um elevadíssimo sentido institucional e, portanto, em caso algum poderia trocar qualquer reforma que fosse pelo hipotecar das pensões dos portugueses”.
Recorde-se que a proposta do Governo de revisão da lei laboral foi chumbada esta sexta-feira na generalidade, com votos contra do Chega, PS, JPP, Livre, Bloco de Esquerda e PCP. Apenas o CDS, a Iniciativa Liberal e o PSD votaram a favor.